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sábado, 6 de dezembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - ruínas, alturas e cardones: as fotos

Para rever a matéria

Das escassas cinco horas que passámos em Tucuman, três foram passadas no terminal dos autocarros. O que deu tempo a tudo, inclusive a fotografar o nascer do sol


Da volta que demos pela praça principal, ainda se aproveitou isto:

Casa do Governo da Província de Tucuman


Catedral - um exemplo daquelas, sul-americanas, em que eu, mázinha, digo que usaram muita massa de suspiro

Igreja de S. Francisco



Edifício da...

... Federação Económica de Tucuman



Já na estrada, VALLES Y CUMBRES CALCHAQUÍES

Lapacho amarelo


Ceibo, a árvore nacional. Floresceram enquanto lá estivémos

Monumento ao índio


Cume descabelado que se nos apresentou repentinamente e que nos agradou particularmente


El Palmar - Parque de los Meñires :








El Palmar - Dique de la Angostura


Subindo para...

El Infernillo (3000 metros)



Lama em pose, ao pé do mirador



Meninos a quem não interessavam os
bolígrafos. O que eles queriam mesmo era cárámélós! E nós desprevenidas, shame on us!...


O delírio dos
cardones...






© Marylight


Apre! Que é obra!!!

© Marylight Vista geral das ruínas de Quilmes


Outras vistas:







Pormenor curioso :)


A primeira apacheta que vimos. Uma apacheta é uma homenagem, de tradição índia, à pachamama (a terra mãe). Cada um que passa, pode acrescentar mais uma pedra, com esa intenção.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - ruínas, alturas e cardones



Isto sim, é outro desenxovalho - no autocarro de Córdoba a Tucuman, o assento deitava completa/, havia mantinha e almofada, o filme era recente e foi passado num nível de decibéis decente.
Despejou-nos às cinco da manha no terminal, onde, felizmente, um café está aberto 24h. Aí estabelecemos a nossa sede até às 8h da matina, altura em que rumámos à Avis local, para recolher o nosso segundo Corsa.

Tucumán, ainda que apenas entrevista, pareceu-nos bastante mais simpática do que Córdoba (Presunçosas... Mas que embirraçao!!!)

A ruta dos Valles Calchaquíes começa por serpentear entre montanhas lindíssimas. Por ela chegámos ao Parque de los Meñires, centenas de pilas muito bem apanhadas, esculpidas pelos diaguitas, que foram recolhidos aqui.

E depois foi subir até 3000 metros por uma estrada tal que o sítio se chama "El infernillo". As montanhas, sempre "bárbaras", como por aqui se diz.

O delírio da tarde foram os cactos gigantes, que nos fizeram sair da viatura (ou nao...) miles de veces. Que espectáculo.

Aportámos às ruínas de Quilmes ao crepúsculo. Estes gajos resistiram 130 anos aos espanhóis. As bestas, quando finalmente os quebraram, levaram os sobreviventes a pé... até Buenos Aires (1600 km...). De 1700 que partiram, chegaram 400...
Quilmes é actualmente o nome da cerveja nacional...

E agora estamos em Cafayate, onde se deveria ficar pelo menos dois dias, e donde temos que sair correndo...

(Una vez más, a crónica nao vai ilustrada, porque a minha assistente nao me fez chegar as imagens até ao fecho da redacçao...)