A epidemia dos letreiros toponímicos também já chegou ao México.
Achei curioso que, para ganharem alguma originalidade, os enfeitem com ilustrações relativas às actividades do sítio:
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| Tal como dito anteriormente, nos barcos que abordam as trajineras dos turistas, em Xochimilco, vende-se de tudo |
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| São às centenas, os avisos em busca de pessoas desaparecidas, por toda a parte... |
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| Virgem desata nós, uma santinha que conheci no México e cujo nome adorei! |
👆Não, não é gelado, é algodão doce! Em Coyoacán, onde também se podia escolher entre todos estes sabores para umas galletas parecidas com a nossa "língua da sogra"👇
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| Vejam lá as maneiras! |
Nos anos 80, a chamada "década perdida", deu-se grande emigração dos camponeses para as cidades. Na Cidade do México - que, em pouco tempo, aumentou de 4 para 20 milhões de habitantes - instalaram-se na zona norte, onde ainda permanecem.
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| O transporte dessa zona para o centro da Cidade do México e vice-versa, faz-se por teleférico |
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| Trajes tradicionais, num restaurante de Teotihuacán |
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| Cabine telefónica reciclada, numa área de serviço algures entre Guanajuato e San Miguell Allende |
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| Estes não tiveram tanta sorte... San Miguel Allende |
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| "Callejón del beso", tourist trap em Guanajuato. Vale a pena ler os vários tipos de beijo... |
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| Agora é um banco... Em Guanajuato |
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| É certo que nós íamos traumatizados pela Kristin, mas casas construídas em sítios susceptíveis de deslizamento de terras foi o que mais vimos! Aqui, em Cabo san Lucas |
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| Sabedoria popular, no restaurante do nosso hotel, em La Paz |
E nós a chamar-lhe corrupção! No consultório de La Paz onde os septuagenários obtiveram o certificado exigido pelo ferry que atravessa o mar de Cortés
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| Os engraxadores são bem tratados em La Paz! |
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| No "Cornélio", come-se "hasta el cuerno"! Em La Paz |
Sábado à noite, no malecón de la Paz
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| Pedagogia dirigida às mulheres, em La Paz |
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| Artesanía feita com folha de palma. Em La Paz |
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| Publicidade inspirada, em La Paz |
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| Publicidade inspirada, em Guerrero Negro |
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| Publicidade desinspirada, em Los Mochís |
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| "V de vaca". Não sei se também se come "hasta el cuerno" |
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| Buracos de balas, na parede do Coreto (quiosco) de El Fuerte. Era o local das execuções, durante a revolução mexicana |
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| Ainda bem que o Gonçalo só nos chamou a atenção para o cartaz à saída do Parque de Barrancas del Cobre! O_o |
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| Elas e eles, em língua raramuri. Casa de banho de um restaurante em Creel |
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| Não dá para ver bem, mas na fitinha azul está escrito: "A todo se acostumerá el cuerpo, menos a no comer". No restaurante do nosso hotel, em El Fuerte |
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| Um dos poucos ecopontos que avistei, durante a viagem. Em Creel |
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| Preparando a tenda para o dia. Em Chihuahua |
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| É impossível não ouvir o refrão de 86! |
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| Pastelaria personalizada! |
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| É um bocadinho feio dizer, mas os mexicanos continuam profissionais da propina... |
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A obesidade, no México, é um problema chocante  Safa, neste é que eu não andava!. Aeroporto de CDMX |
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| Aeroporto de CDMX. Não consegui identificar o projecto. Dão-se alvíssaras! |