Na próxima encarnação, vou passar um mês a Atacama! Nesta, um ou dois contratempos logísticos que se nos depararam, transformaram os inicialmente previstos três dias em 48h. E a coisa não ficou bem inspeccionada. Mas eu não me queixo!
A CHEGADA
LOS PUEBLOS
San Pedro de Atacama, a "capital":
A igreja, uma das maiores do altiplano andino, remonta ao século XVII
Museu Arqueológico Gustavo Paige, ponto alto da preservação e divulgação do povo e cultura atacameños, muito anteriores (cerca de 10 000 a. C.) a tudo o que já se apresentou por estas paragens:
Oops, lá se foi a miss Chile! Mas eu respeito, claro
Auto-legendada... Havia bué. A Marylight, de quem é a foto, adorou :)
Outra peça do Museu
Caracoles (!), a rua principal de San Pedro
Placas toponímicas
Licancabur, o "vulcão simétrico", sempre de guarda a San Pedro
Por do sol sobre o Licancabur
Toconao
Socaire:
Machuca:
Os povos indígenas já utilizavam a cruz antes da chegada da religião católica, em reverência ao Cruzeiro do Sul
LAS LAGUNAS
A caminho da laguna Céjar
Laguna Céjar
A laguna Céjar é, na verdade, constituída por três lagunas. Na do meio (Laguna Piedra, acima) pode, à semelhança do que acontece no Mar Morto, flutuar-se sem qualquer esforço, já que o teor de sal é de 28%. (As preguiçosas não se banharam)
Flamingo de James
Uma bandurria tresmalhada entre os flamingos
© Marylight
© Marylight
Flamengo chileno © Marylight
© Marylight
Flamingo andino © Marylight
Grande plano do chão da laguna - a camada de sal
A caminho das lagunas altiplânicas (com muita poeira na lente e o carro, mesmo em primeira, quase a recusar-se a chegar aos 4200 metros... :-P) :
© Marylight
© Marylight
© Marylight
© Marylight
Laguna Meñique:
(Para quê palavras?! It's Marylight, of course!...)
Laguna Miscanti
© Marylight
O salar de Atacama foi um dos motivos por que o de Uyuni não foi inserido no itinerário, tipo vamos ali à Bolívia e já vimos. (O outro foram as Salinas Grandes, com que nos deslumbrámos, há três anos, na Argentina). Hmmm... afinal, o pequeno não cumpriu - enquanto que o mar de sal das Salinas Grandes se via à distância de (muitos) quilómetros, este apresentava apenas umas manchas, aqui e ali. Ficámos com uma contas por ajustar... :
OS GEYSERS DEL TATÍO
Para esta excurssom, tivemos que levantar-nos às 4 da manhã e chacoalhar o esqueleto, durante duas horas, por uma estrada proibitiva a todos os transportes que não tenham tracção às quatro rodas.
A maior actividade dos geysers é, de facto, antes do nascer do sol, quando o contraste entre a temperatura do vapor de água (cerca de 85 graus) e a temperatura exterior (estavam - 7, quando chegámos) é maior:
Geyser "em actuação"
Nos anos 60, houve um projecto para produzir electricidade a partir da energia geotérmica. O projecto não foi para a frente, mas as máquinas, continuam lá, a poluir a paisagem
Finalmente, nasceu o sol!
A lua, a rir-se do turistame embasbacado
Vicuñas, a fugir dos mesmos
"Pozón rústico" - eu até levava o fato de banho vestido, mas não tive coragem para aguentar o contraste das temperaturas, entre o fora e o dentro, molhei só os pezinhos... :
Vulcão Putana (que até estava a fumegar), ao longe e ao perto
Rio com o mesmo (deselegante) nome do vulcão
VALLE DE LA LUNA
No folclore turístico, o Valle de la Luna costuma ser visitado ao por do sol. Ainda considerámos a hipótese, mas depois desistimos, e acabámos por concretizar a visita numa hora de grande calor. As imagens dão bem a ideia do porquê de o deserto de Atacama ser considerado o mais árido do mundo (para além de demonstrarem à saciedade que eu ainda não tinha limpo a lente da máquina... :-P ) :
Cordillera de la Sal
Los vigilantes ou 3 Marias
Últimas demonstrações do pífio salar...
E as despedidas ao vulcão Licancabur: