segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Canadá Out. 07 - Toronto

Toronto, não sei se já disse, não caíu no gosto do pessoal.
Por algum motivo eu escandalizo os amantes de Buenos Aires (todos os meus amigos que já por lá passaram), ao dizer que, no meu grupo, ninguém gostou da cidade.
Aqui terá sido o mesmo - jet lag, calor (28 graus, em Outubro!), no primeiro dia arrastámo-nos por km infindáveis sem encontrar nenhuma Brastemp.

A Torre da CN, por onde começámos, de acordo com alguns conselhos, é um must.
Contudo, depois da Sky Tower de Auckland, não achei nada de especial da construção mais alta do mundo, nem das vistas respectivas.

CN Tower


Longas galerias subterrâneas para lá chegar


Perspectiva do alto da Sky Tower (© Marylight)


Ainda um outro aspecto


Arte inuit, que nos apaixonou

(Inuit são o povo ameríndio a que se chamava esquimó. Mas ele consideram pejorativa esta designação (atribuída por outro dos povos ameríndios e que quer dizer "comedores de carne crua") e têm lutado para ser chamados pelo nome que a si próprios de dão, inuit, que significa "os homens". Habitam o Nunavut (o que, em Inuktitut, a língua inuit siginifica, a nossa terra"), um dos dois territórios autónomos do Canadá)


Royal Ontario Museum.
Fomos lá pela arquitectura.
Vagas reminiscências da "Casa da Música"


O Lago O(n)tario


Toronto, vista das Toronto Islands


À segunda dose, no regresso, falhou-nos o programa que prevíramos para as Thousand Islands, e não foi fácil encontrarmos um objectivo concreto para este dia inesperadamente livre.
Optámos pela Casa Loma, um bizarria que eu enfileiraria com a Quinta da Regaleira, mas com menos jardim.


Casa Loma - detalhe da fachada


Casa Loma - capitel


Casa Loma - picadeiro e cavalariças