A primeira vez que o Índico me piscou o o olho, foi em Mombaça. (Em rigor, foi dez anos antes, na ile aux Mouches, no Djibouti. Mas nessa viagem eu não estava bem da tola, não conta.) Aquela cor única fascinou-ne, mexeu comigo, entrou cá dentro.
O Indico (e os seus contextos históricos e civilizacionais, bem entendido) foi o pretexto desta viagem e acompanhou-nos em todas as etapas.
E frente a ele que nos despedimos, antes de embarcar, de regresso desta viagem incrível. Até à vista (?!), feiticeiro encantatório!


