MVD deve ter tido o seu auge no princípio do século, durante o boom da carnuça.
Mas, além de não ter havido manutenção, o exemplo lisboeta da av. da República foi largamente seguido, e os pobrezitos que restam aparecem sistematicamente entalados entre prédios modernos
Quanto aos uruguaios, para usar uma expressão da minha amiga Rusaru, "o povo uruguaio é muito simpático!".
Comecei a dar por isso assim que saí do aeroporto. Como teria eu içado o burro pelos altaneiros degraus do autocarro, sem a ajuda de uma prestimosa passageira que saltou (literalmente) do seu lugar para me vir dar uma mãozinha...
Ou as respostas dos motoristas, quando lhes pedia para me avisarem da paragem: "si, como non?!" "Con mucho gusto!"
Ou ainda aquele jovem de carrapito à la avó Ana do Carmo que há pedaço, no autocarro, vendo-me seguir o percurso na planta, meteu conversa e quis ensinar-me tudo o que havia para um turista ver, no bairro de Punta Carretas.
Aqui, ainda mais que na Argentina, são maluquinhos pelo mate. Dão-se ao trabalho de andar com as duas geringonças - bombilla e garrafa térmica - debaixo do braço e levam-nas para toda a parte: para o emprego, nos transportes públicos, sempre, sempre!
E não se pense que é só a populaça. Gente diferenciada também!
Comecei a dar por isso assim que saí do aeroporto. Como teria eu içado o burro pelos altaneiros degraus do autocarro, sem a ajuda de uma prestimosa passageira que saltou (literalmente) do seu lugar para me vir dar uma mãozinha...
Ou as respostas dos motoristas, quando lhes pedia para me avisarem da paragem: "si, como non?!" "Con mucho gusto!"
Ou ainda aquele jovem de carrapito à la avó Ana do Carmo que há pedaço, no autocarro, vendo-me seguir o percurso na planta, meteu conversa e quis ensinar-me tudo o que havia para um turista ver, no bairro de Punta Carretas.
Aqui, ainda mais que na Argentina, são maluquinhos pelo mate. Dão-se ao trabalho de andar com as duas geringonças - bombilla e garrafa térmica - debaixo do braço e levam-nas para toda a parte: para o emprego, nos transportes públicos, sempre, sempre!
E não se pense que é só a populaça. Gente diferenciada também!