Era suposto termos levantado voo às 9, para o Príncipe. Dez minutos antes, quando já estamos encafuados no teco-teco, somos mandados desembarcar: há mau tempo a aproximar-se do Príncipe, o voo é adiado uma hora.
Mais de uma hora depois, reembarcamos e, desta vez, a coisa dá-se.
Tento ocupar a viagem com leituras, para não pensar na fragilidade do pássaro. Mas estou (muito) moída: o dia de ontem e as suas aventuras derreou-nos um bocado o esqueleto, esta noite dormi menos de cinco horas, e, para culminar, o tão desejado sumo de sape-sape que finalmente bebi ao pequeno-almoço, deixou-me mal disposta... O que me apeteceria mesmo seria chegar lá e esticar-me ao comprido. Mas o Adilson já contactou o colega dele no Príncipe, que estará à nossa espera, na nossa palhota.
Tento ocupar a viagem com leituras, para não pensar na fragilidade do pássaro. Mas estou (muito) moída: o dia de ontem e as suas aventuras derreou-nos um bocado o esqueleto, esta noite dormi menos de cinco horas, e, para culminar, o tão desejado sumo de sape-sape que finalmente bebi ao pequeno-almoço, deixou-me mal disposta... O que me apeteceria mesmo seria chegar lá e esticar-me ao comprido. Mas o Adilson já contactou o colega dele no Príncipe, que estará à nossa espera, na nossa palhota.
Estou eu nisto quando o sr. Comandante Castro abre a cortina e nos informa que estamos a voltar para trás, já que, em definitivo, não há condições de aterragem no Príncipe... Às 15h, haverá nova tentativa. Lá se foi um dia de férias pró galheiro!...
(À terceira tentativa - 15h - conseguimos levantar e aterrar!)