quarta-feira, 11 de maio de 2016

3o dia - no equador, à chuva

O dilúvio que nos acordou às 6 da manhã, reapareceu quando a barca nos atravessava para o ilhéu das Rolas. Como os meus companheiros tinham deixado os impermeáveis no jeep, foi muito agarradinhos que nos metemos todos debaixo do meu. A cena fez-me viajar 14 anos atrás, à travessia da Guatemala (Livingstone) para o Belize (Punta Gorda). Diferença fundamental: essa travessia durou hora e meia e esta apenas 20 minutos; em contrapartida, a canoa de então tinha uma vaga cobertura, enquanto que a de hoje era a céu aberto...
Foi ainda em modo torrencial e, até, trovejante, que nos lançámos intrepidamente a subir ao marco do equador.
Na Praia Café, prosseguimos a série de banhos-caldinho.
E o almoço foi um peixinho grelhado, numa aldeia de pescadores com que o Pestana ainda não conseguiu correr. Acompanhado de distribuição de balões à canalha.
Supostamente, a tarde seria passada no bem bom da piscina oceânica do Pestana, mas não parava de chover e a paciência das manas esgotou-se. Batemos em retirada na barca das três.
Da travessia de regresso e do estado em que chegámos, dispensam-se os pormaiores. O nosso guia nunca tinha apanhado chuva no ilhéu...