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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Flores, Maio / Junho 2018 - excursão ao Corvo

Madrugada (sim, que outra coisa é 7h30, ainda por cima em férias?!) para a excursão ao Corvo, já ontem apalavrada.
 

Viagem sem incidentes, apesar do mar batido, abafadas num grupo de francius.
À chegada, como já sabíamos, as carrinhas aguardavam o turistame, para a viagem até à Caldeira, a cratera do vulcão que a ilha do Corvo foi.
 

CarrinhaS, é uma maneira de dizer, claro: carrinha há só uma, e nós somos 15. Um dos motoristas de um dos carros ligeiros, na ansia de poder servir mais turistas, tenta agrupar cinco deles, intentando dar a chave e passar o volante a um deles. Marylight, receosa da temeridade de mana caçula, dispara: Maria do Céu, não caias nessa! (Não caíria...)

Acabou por só reunir-nos a nós e um casal québecois, pelo que agarrou mesmo ele o volante.

O sr. Fernando revelou-se um excelente guia. Excelente e orgulhoso da sua ilha, onde 99% das (452) pessoas não fecham a porta de casa. " Se eu fechasse, quem perdia era eu - o vizinho não podia ir lá deixar uma fatia de bolo, ou qualquer outra coisa!

A Caldeira é uma coisa do princípio do mundo, linda de morrer. Querendo documentar a coisa numa selfie "das antigas", o distinto par de jarras quase rebolava por ali abaixo (Flickr!), mas vá lá, não aconteceu.






No regresso, os salpicos foram um pouco mais violentos e Marylight, que ia do lado deles, ficou encharcada dos pés à cabeça. Mas o deslumbrante percurso que fizemos pela costa ocidental das Flores fez-nos esquecer todas as humidades.