Era o verão de 1985. Meia dúzia de alunos do Instituto Italiano ouviu falar no corso estivo di lingua italiana, em Erice. Entalaram-se, mais as bagagens, em duas carripanas - uma das quais a minha - e rolaram até ao extremo ocidental da Sicília.
Durante três semanas, i portoghesi pintaram a manta, portaram-se como adolescentes, escalaram o monte Cofano, entraram no mar à meia-noite, deram a volta à ilha, encontraram Carlos Paredes e o ballet Gulbenkian.
Ficou um profundo encantamento por esta ilha mágica e um enorme desejo de voltar.
Demorou 35 anos.