segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Sicilia, Setembro 2020



Era o verão de 1985. Meia dúzia de alunos do Instituto Italiano ouviu falar no corso estivo di lingua italiana, em Erice. Entalaram-se, mais as bagagens, em duas carripanas - uma das quais a minha - e rolaram até ao extremo ocidental da Sicília.

Durante três semanas, i portoghesi pintaram a manta, portaram-se como adolescentes, escalaram o monte Cofano, entraram no mar à meia-noite, deram a volta à ilha, encontraram Carlos Paredes e o ballet Gulbenkian.

Ficou um profundo encantamento por esta ilha mágica e um enorme desejo de voltar.

Demorou 35 anos.