Viajar, uma das três melhores coisas que há na vida! As outras duas? Não digo! Para além de que poderia escandalizar as gentes, um pouco de suspense cria sempre mais interesse...
segunda-feira, 11 de maio de 2015
A missão
Há sete anos, forrei com esta imagem, que achei lindíssima, a pasta do planeamento da viagem à Argentina.
Não sabia que se tratava de Jesus de Tavarengue nem que um dia havia de pisar este chão. Sou uma privilegiada, eu sei (mas também faço um pidassinho por isso, verdade seja dita!).
Foi nessa viagem à Argentina que o tema das missões jesuítas me apanhou definitivamente.
Trinidad del Paraná e Jesus de Tavarengue foram mais duas pérolas conquistadas hoje, nesse percurso de encantamento. Grande dia!
Etiquetas:
jesus de tavarengue,
missões jesuítas,
paraguai,
trinidad del paraná
Paraguai - isto aqui é outro país
Não é que Montevideu seja uma cidade 100% (vou ser condescendente e racista) ao nível europeu. Mas um europeu sente-se à vontade.
Aqui canta outro galo. O galo da miséria, já que o Paraguai é o segundo país mais pobre da América do Sul, logo a seguir à Bolívia. Portanto, o pessoal joga mão de todos os expedientes para sobreviver.
As três horas que hoje passei no terminal de autocarros de Encarnacion, deram para observar. Às 5 da manhã já os vendedores, os cambistas, os taxistas, andam a fazer pela vida.
Entram nos autocarros e acometem os circunstantes com tudo que tenham para despachar - relógios, pentes, perfumes, telemóveis, facalhões...
O mais espantoso é que se fica com a sensação de que tudo é feito sem lei nem roque e de que quem dita as regras é o intermediário do negócio, no momento de o fechar - que o autocarro tanto pode partir às 9 como às 11h30, que o bilhete tanto pode custar 5000 como 10000...
Causa alguma insegurança. Mas enche-se o pêto de ar, finge-se que não é nada e segue-se em frente!
Aqui canta outro galo. O galo da miséria, já que o Paraguai é o segundo país mais pobre da América do Sul, logo a seguir à Bolívia. Portanto, o pessoal joga mão de todos os expedientes para sobreviver.
As três horas que hoje passei no terminal de autocarros de Encarnacion, deram para observar. Às 5 da manhã já os vendedores, os cambistas, os taxistas, andam a fazer pela vida.
O mais espantoso é que se fica com a sensação de que tudo é feito sem lei nem roque e de que quem dita as regras é o intermediário do negócio, no momento de o fechar - que o autocarro tanto pode partir às 9 como às 11h30, que o bilhete tanto pode custar 5000 como 10000...
Causa alguma insegurança. Mas enche-se o pêto de ar, finge-se que não é nada e segue-se em frente!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
