Se o meu blog estava parado, perguntava ontem uma leitora destas postas esfarrapadas. Que no. Es que la entrada en cada nuevo país se hace sp por terapia de choc - assim foi no Paraguay, com Encarnacion, assim foi na Bolívia, onde caí de chofre na maior cidade boliviana, a caótica Santa Cruz, com 2,5 milhões de habitantes.
Por isso, à excepção da excursão às missões, me deixei ficar a giboiar no hostel. Vi o centro histórico e teria visto o Museu Guarani, se ontem, sábado, nao estivesse fechado. De qq forma, com as cordas de água que caíram o dia inteiro, não teria ido.
Por isso, à excepção da excursão às missões, me deixei ficar a giboiar no hostel. Vi o centro histórico e teria visto o Museu Guarani, se ontem, sábado, nao estivesse fechado. De qq forma, com as cordas de água que caíram o dia inteiro, não teria ido.
Sucre, embora não seja outro país (e daí?!...), não fugiu à regra da terapia de choque. Depois de em vão ter tocado 3 vezes à porta do Señor de las 3 Caídas (o nome era de mau agoiro, eu devia ter calculado! ;-), vi um aviso dizendo para ir tocar ao nr x da rua y. Rosnando e arrastando o burro, chego à dita rua e qué?!!!!! @_@
Uma ladeirona. Faço das tripas coração e quando me abrem a porta, ouço dizer q o hostel está fechado, porque não há água em Sucre. (Eu tinha lido a notícia anteontem, no jornal, mas confesso que me tinha esquecido).
... ... pequeno instante de aturdimento, qual aeroporto de Miami.E não há nenhum hotel aberto, em Sucre? (Perante as circunstâncias, a forreta vai até ao Sheraton!). Talvez os da praça principal.
Aí me ponho eu, desta vez, a travar o burro, antes que ele me atropele, rua abaixo. Estranhamente (deve ser falta de oxigenação, da altitude!!!), estou bestialmente bem disposta e divertida com a situação.
Aterro no primeiro que encontro, que já tem água. Yesss, prueba superada!!!
... ... pequeno instante de aturdimento, qual aeroporto de Miami.E não há nenhum hotel aberto, em Sucre? (Perante as circunstâncias, a forreta vai até ao Sheraton!). Talvez os da praça principal.
Aí me ponho eu, desta vez, a travar o burro, antes que ele me atropele, rua abaixo. Estranhamente (deve ser falta de oxigenação, da altitude!!!), estou bestialmente bem disposta e divertida com a situação.
Aterro no primeiro que encontro, que já tem água. Yesss, prueba superada!!!
Sinon, a primeira coisa que salta à vista, para mim - passe a empáfia - já não é surpresa: a afabilidade das gentes é uma das coisas que me encanta na América do Sul, desde a minha estreia, há 17 anos, no Peru.
Todos me cumprimentam: até os que vão de moto, até os adolescentes que saem da escola... (falo dos pueblos). E eu, com o meu complexo de proveniência de país colonizador, pergunto-me porquê.
Todos me cumprimentam: até os que vão de moto, até os adolescentes que saem da escola... (falo dos pueblos). E eu, com o meu complexo de proveniência de país colonizador, pergunto-me porquê.
Que os ocidentais só andaram pelo mundo a fazer m*rda, é sabido. Mas, antes de vir até cá e ler um pouco mais sobre a história destes países, não tinha a noção de que aqui, tal como em África, as fronteiras foram traçadas a régua e esquadro ou por acidentes naturais, sem olhar nem ouvir povos indígenas ou culturas. Só pode dar asneira!...
