O santuário de baleias de El Vizcaino abrange duas lagunas, a Laguna de San Ignacio e a Laguna Ojo de Liebre, a que visitámos.
É considerado, a nível mundial, o local mais importante para a reprodução das baleias cinzentas, que se deslocam, junto à costa, desde o Alasca, alimentando-se da própria gordura.
Segundo tudo o que tinha lido, era garantido ver baleias cinzentas, de bem perto, neste sítio. Mas o passeio ia adiantado e de baleias só tínhamos avistado algumas, lá bem longe.
De tal modo que, na ausência de estímulos e ao som do ronronar do motor do barco, adormeci, considerando, muito enxofrada, que tinha vindo ao engano.
Acordei ao som da excitação do grupo, porque finalmente íamos a caminho de um encontro imediato. E, aí, foi um regalo: vinham ter connosco, deixavam-se fazer festinhas (parece que não é aconselhável, por isso não me estreei), passavam por baixo do barco (manobra de que alguns não gostavam muito...), um festival!
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O olho dela!... 😄
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👆Estas eram mãe e cria 👇
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| Nesta foto, que é de um companheiro de viagem, vêem-se bem as cracas, que são crustáceos que se agarram às baleias quando estas descem ao fundo do mar para se alimentarem, tal como aprendi aqui |
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| No regresso das baleias, tivémos um bónus - os adoradores do sol - aka leões marinhos - estavam lá |
Guerrero Negro é a localidade de onde partem as excursões às lagunas, para ver as baleias.
Aí existem salinas de uma tal dimensão, que constituem o terceiro maior exportador mundial.
| [Também neste caso o copyright não é meu, mas duma companheira de viagem] |












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