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domingo, 13 de janeiro de 2008

Canadá Out. 07 - Montreal

Vieux Montréal - Place d'Armes


Vieux Montréal - Rue Notre Dame, Catedral da mesma invocação


Vieux Montréal - Maison Papineau


Vieux Montréal - Hôtel de Ville


Vieux Montréal - ainda e sempre as pumpkins, neste caso no pátio do Chateau Ramezay


Vieux Montréal - Igreja de Notre Dame du Bon Secours ou des Marins (a bit mamarachick, if you see what I mean)

Basilique de Saint-Patrick



Vieux Montréal - Place Royale. O edifício em destaque, foi , no início do sec. XX... quartel de bombeiros. Abriga actualmente, o Centro de História de Montréal


Vieux Montréal - Vista do pátio dos Étales d'Youville


Ilha de Notre Dame, uma das duas ilhas artificias construídas aquando da Expo 67


Torre do relógio, construída em 1922 para homenagear os homens da Marinha mercante mortos na Grande Guerra



Lindíssimo passeio ao longo do porto - talvez o melhor de Montréal:


Quanto ao pior, eu votaria talvez por este bairro que apenas avistámos ao longe mas que, de tão exótico, resolvemos fotografar.
Já de regresso, vim a saber que foi uma "experiência" mais ou menos célebre. Chama-se Habitat 67 e, se quiserem saber mais, consultem, por exemplo, o artigo da Wikipedia



Torre da aldeia olímpica (J. O. de 1976)...
... e respectivas vistas






Estava a anoitecer e chuviscava, eu sabia que a fotografia ia ficar mal.
Mas não consegui resistir ao chauvinismo
Après tout, foi aqui que o Carlos Lopes ganhou a medalha de ouro, cagaças!!!


No Jardim Botânico, os esquilos vinham comer à mão

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Nas cidades

Aqui eh um pouco como na NZ - tudo eh o mais de alguma coisa. Entao hoje subimos ah torre mais inclinada do mundo, no parque olimpico de Montreal (1976, Carlos Lopes, remember?).
Foi um preludio ah nossa terceira cidade, onde chegahmos hoje.

Antes disso, visitahmos Toronto e Ottawa. No confronto, esta ultima ganhou aos pontos - mais pequena, mais humana, mais simpatica.
Toronto eh uma metropole enorme, que nao nos caiu no goto. Talvez fosse ainda a rabugice do jet lag. Ou os 28 graus com que fomos recebidos.
Mas o certo eh que a engalanada Ottawa, ufana do 150.o aniversario da decisao da gorda Victoria em escolhe-la como capital «da provincia», agradou muito mais a todos nohs.

De resto, estou ansiosa por chegar ao campo e ao Quebec profundo. Eh que estes gajos - simpatiquissimos, todos - sao (Ontariamente speaking) americanos. Ponto.
A comecar pelo cafeh, que nao teem - sao aquelas penicas enormes de agua de lavar castanhas, permanentemente a levedar em cima da resistencia, que a gente ve nos filmes.
Depois, pelo «Hi» com que nos cumprimentam, e a mim me revolve os intimos

Enfim, e apesar dos nossos percursos urbanos, como ha muitos parques, jah andamos encantados com as cores de outono.
E quanto a esquilos, ja vi mais nestes poucos dias do que em toda a minha vida. Uns mais sociaveis que outros, claro. Pretos!!!

Nao percam os proximos capitulos, que nos tambem nao!
Abreijos