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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - intermezzo contestatário: as fotos

Para rever a matéria

O "nobel do crime". Coitadas das criaturas, teriam mais que razão. Mas logo haviam de ter cortado a estrada exactamente
antes de nós passarmos?!!


Dois jovens e mobilizadíssimos activistas!


A volumosa representante das autoridades que foi enviada para negociar...


A fila dos (im)pacientes automobilistas, liderada pela Marylight



O percurso "Salta express" ainda deu para fazer uma reportagenzinha

© Marylight Salta, vista do alto do Cerro S. Bernardo

Convento de S. Bernardo



Igreja de S. Francisco.
Una barrocada. Mas parece que é um ex-libris da cidade...


Hotel Salta


(A infalível) Praça 9 de Julho - o cabildo


Praça 9 de Julho - o Museu Arqueológico de Alta Montanha, construído propositadamente para albergar as múmias dos meninos de Llullaillaco


Praça 9 de Julho - o arcebispado


Praça 9 de Julho - mais uma catedral "feita de massa de suspiro"


Casa Uriburu



Outras casas coloniais:





E claro que não podiam faltar algumas imagens do nosso querido "Carpe Diem"







sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - intermezzo contestatário


Salta quer dizer "la linda", em língua aymará.
Penso que para nós (que, como sabem, já a tínhamos transformado em express) virá a ser Salta, la desconocida.


500 famílias dos arredores de Tilcara a quem há sete anos os políticos prometem água, fartaram-se das promessas e bloquearam a estrada. Nós fomos o primeiro carro a ficar retido...

Con lo qual, Salta express volviò super express...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - Suran de la Nubes

Se dúvidas tivéssemos sobre as vantagens da nossa escolha, elas ter-se-iam dissipado assim que pusemos o pé no primeiro viaduto ferroviário (onde o comboio acabava de passar) - as manchas de óleo que o dito ia perdendo eram várias...

Sendo assim, fizémos o percurso que quisémos, parando onde e por quanto quisémos, etc., etc. Saímos de Salta uma hora mais tarde do que os ferroviários e chegámos duas horas mais cedo.

Além de que duvido que o maquinista nos tivesse trazido de regresso do viaducto de la Polvorilla, clímax do percurso, ao som de Mercedes Sosa, como fez o nosso David. E assim, através de "Alfonsina y la mar", descobrimos mais uma poetisa argentina.

Falta gabar-me de ter sido a única das viajantes a subir desde a base até ao cimo do viaducto!

E assim entrou a primavera, na província de Salta.

domingo, 21 de setembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - another day biting the dust

Mas que noute que eu passei! As sequelas do rípio, em franca convivëncia com a carraspana de origem alérgica que a outra já me passou, nao foram fáceis de gerir. Sendo que o facto de termos dormido a 2200 m também poderá ter tido alguma influência.

Fosse como fosse, nao tive outro remédio senao fazer das tripas coraçao e agarrar-me ao volante, para lançar-me à estrada, digo, ao (maldito) ripio. Quanto ao meu urso, mais nao fazia do que gemer, suispirar, e dizer que nao lhe apetecia mexer-se.

Mais uma vez nos valeram as lindíssimas montanhas (cumbres Calchaquíes, onde hoje chegámos a subir a 3382 m), a cada volta do caminho apresentando um aspecto diferente.

Trituradas de cansaço, chegámos a Salta (= la linda, em lingua aymará), e ao Carpe Diem (!), hotel boutique (!!!), onde uma anfitria espectacular nos fez um chazinho, nos ofereceu pan dulce, e nos reservou para amanha um guia, com carro, para hacermos un recorrido "paralelo" ao tren de las nubes. (Que já voltou a funcionar. Mas, como o motivo por que esteve suspenso, há um mês atrás, foram os travoes, nao nos apeteceu arriscar...)