Lá tivémos que refazer a estrada inenarrável, para regressar da Roça à quase civilização.
Na antiga Roça de Água Izé, explicaram-nos o processamento do cacau e do óleo de palma. Comigo sempre a pensar - mas como aguentam, como querem que esta gente não seja indolente, neste clima diabólico?!!! (Melhor nem pensar nos escravos de antigamente...)
Paragem na Praia das 7 Ondas (demasiado perigosa para baignades) e na Boca do Inferno. Aqui, o que teve mais graça foi o Adilson a contar que, qd andava na escola, lhe contavam a lenda de que o barão de Agua Izé, montado no seu cavalo, entrava aqui no mar e saía em Portugal. E ele acreditava!
Primeiro momento divino do dia - o banho na praia Micondó (=embondeiro, no dialecto local). Sem mais comentários...
Quanto ao ritual pantagruélico proporcionado ao almoço pelo génio multifacetado do Senhor João Carlos Silva... vejam a Mofina. E mais também não digo!
Primeira tarde de ronha da viagem, na varanda, mirando o mar e a infinita vegetação.
Logo mais havemos de ir jantar ao Nélito, vulgo restaurante Miondó (=mar). Segundo o que dizem as referências, também não se adivinha muito sucinto...