Gostaria de saber que percentagem da população subsiste, nas grandes cidades e locais turísticos, mediante estaminés como este. Ali se vendem bolachas, chocolates, batatas fritas, cartões de telemóvel, toda uma série de outras bugigangas... e se fazem chamadas telefónicas!
Esta foto é um mau exemplo, pois, a maior das vezes, acotovelam-se no espaço disponível nos passeios, atirando os peões para o meio da rua.
Os turistas que tanto se admiram com a (ainda) existência de engraxadores em Lisboa, nunca visitaram a Bolívia, onde os há às centenas. E são utilizados, até pelas mulheres.
Os estudantes universitários com menos recursos lançam mão deste expediente para ganhar algum dinheiro. Mas, como têm vergonha, tapam a cara...



