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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Berlim, Maio 08 - museus

(Há muito tempo que não fazia tantas concessões, ainda por cima de uma só vez, à museologia... :-P)


Museu da História de Berlim


Abrigo nuclear, construído já nos anos 70. Uma grande hipocrisia! Nas condições que vimos, não conseguiria sobreviver um punhado de pessoas, quanto mais as 3590 para que o abrigo tinha capacidade!...

O velho Trabant, ou, mais carinhosamente, Trabi


Pergamon Museum...


.. e a biiiiiicha...


Altar de Pérgamo
Quem, como eu, já esteve no (desolado) sítio - costa oeste da Turquia - aonde ele pertencia, não pode deixar de achar que isto é roubo. Mas uma alemã com quem discorria há dias sobre o assunto, disse-me: "resta saber que condições têm esses países para preservar tal património... " ... ...


Porta de Ishtar. Liiinda de morrer!




Imitação de boa vontade, na estação de metro de Klosterstrasse, que costumávamos frequentar:



Ao conjunto, mandado construir pelo rei assírio Nabucodonosor, pertenciam também os leões que ornamentavam a via processional





Tecto do palácio de Mschatta (arte islâmica, Jordânia, sec. VIII)


Altes Museum, que alberga temporariamente as colecções egípcias



Busto do Faraó Amenófis III


Busto (talvez) da princesa Merit-Aton. Apaixonei-me por ele


Altar com cena familiar representando o faraó Akhenaton, Nefertiti e filhos


A própria da rainha Nefertiti


O Bode Museum (que não visitámos), também, tal como o Pergamon e o Altes, na Ilha dos Museus - a concentração de museus e a qualidade das colecções levaram a Unesco, em 1999, a declarar a ilha Património da Humanidade

terça-feira, 13 de maio de 2008

Berlim, Maio 08 - Cumprimentos à rainha Nefertiti (4ª crónica serôdia)

Estava mooorta, depois do Pergamon Museum. Mais pelo tempo de espera na bicha do que pela visita, encantadas que andámos com a porta de Ishtar e os leões de Nabucodonosor.

Mas eu trazia a incumbência de entregar os cumprimentos da minha amiga Garça à rainha Nefertiti, era uma responsabilidade!...

Enchi-me de coragem, deixei a minha sócia de pousio à entrada do Altes Museum, e lá fui eu. Gloriosa decisão! Que bom foi rever todos aqueles queridos – até a avó Ty lá estava!

Charlottenbourg – o Versalhes cá do sítio – foi mesmo só para cumprir calendário.

O mesmo já não se poderá dizer da East Side Gallery, no extremo ooposto da cidade. Esta designação refere-se aos 1300 metros de muro que permanecem in situ, e onde diversos artistas, depois da queda, pintaram vários murais.

Infelizmente, a passagem do tempo e a estupidez dos autores de graffiti posteriores já os degradaram bastante.

Bis nacher!