Hallgrímskirkja. Foi, em grande parte, a nossa bússola, na capital.
Por vezes muito vilipendiada, porque dava a falsa impressão de estar "logo ali"...
O senhor na estátua é Leifur Eiríksson, suposto descobridor da América, segundo as sagas islandesas
Do alto da sua torre avistámos, pela primeira vez à luz do dia, a "cidade baixinha":
Mas, obviamente, a peça de arquitectura recente mais famosa, e ai jesus dos habitantes de Reykjavik, é o Harpa, construído para sede da Orquestra Sinfónica e da Ópera islandesas.
O quente e sumptuoso auditório principal
Pormenor dos painéis removíveis que compõem as paredes, permitindo combinar n acústicas diferentes
Algumas das variantes possíveis para as cortinas de um outro auditório
Perspectiva do terraço...
... e do trabalho que dá a limpar
Vista para o... buraco!
Pois é, a bancarrota apanhou a construção do Harpa a meio. Mesmo para acabar o próprio Harpa (que estava 20% construído) foi preciso câmara municipal e ministério da cultura encherem-se de coragem e reformularem todo o financiamento.
O hotel previsto para as traseiras tem tido a construção suspensa até agora.
Depois... depois senti-me vagamente como no Reichstag de Berlin - as possibilidades são infinitas!
O Harpa foi, aliás, a nossa despedida de Reykjavik e da Islândia, às 4 e meia da manhã, a caminho do aeroporto
O Perlán (pérola, em islandês) também se reclama da arquitectura moderna, mais c'est une toute autre chose:
Na colina de Oskjuhlid , onde havia de há muito reservatórios de água, de origem geotérmica, para abastecer a cidade de água quente, foi decidido construir um edifício que disfarçasse as pesadas construções anteriores. Acrescentaram-se-lhe um restaurante de luxo e um miradouro sobre a cidade, e já está como, de um modo inteligente, se fabricam atracções!
Austurvöllur, o lugar onde decorreu a revolução islandesa...
... frente ao Parlamento
(Sim, é "só" esta casinha, os deputados são 63)
Como tuítei na altura, chegámos a Reykjavik no dia da LGBT Proud Parade. Nunca noutro sítio (excepção feita, talvez à Áustria, onde cheguei logo após a morte do Karajan) vi tamanho empenho de uma cidade - e, nomeadamente, do seu comércio - numa causa:
Pelas ruas de Reykjavik:
Tjörnin, o lago interior de Reykjavik
Settlement Museum, o único que visitámos em Reykjavik. O nome da exposição deriva da impossibilidade de datação precisa, embora muito aproximada. Em 2001 foram encontrados e escavados os restos de uma das mais antigas habitações em toda a Islândia - não houve hesitações, foi-lhe construído um museu por cima!
Laekjargata, em cima, e Laugarvegur, em baixo, duas das mais movimentadas ruas da baixa de Reykjavik
Sólfar (Sun Voyager, em inglês), escultura à beira do Atlântico
