sábado, 2 de julho de 2016

São Tomé e Príncipe, Maio 2016 - apontamentos de reportagem

Casa típica sãotomense - construída em madeira, sobre estacas, por causa das inundações e da bicharada. Espantosamente, as estacas não se vêem na foto, kkkk....
Estes tecidos enlouqueciam-me! Mas não eram de fabrico local - Senegal, Nigéria, etc
Mulheres a lavar roupa no rio Abade
Este amigo apanhava areia "para as obras", na Boca do Inferno. Tanto quanto percebi, a prática (ainda) não é proíbida

À pesca
Afeiçoando uma canoa
"Mússua", engenhoca para apanhar camarão de rio
Peixe a secar
Embarcadouro e barca para o ilhéu das Rolas
Redes em Ponta Baleia

Gaba-te, cesto!

Exemplo das práticas da empresa Agripalma no sul da ilha de S. Tomé - desflorestação, tendo em vista a (mono)cultura da palmeira, para fabrico de óleo


A nossa carripana em S. Tomé
Estrada entre Neves e Santa Catarina
"Pagando a portagem" na estrada para a cascata Val do Rio, ou seja, afastando a vegetação que a cobria completamente
Atascados nos Tamarindos
E empanados na roça S. Joaquim (ilha do Príncipe). Mas isto eram umas turistas de arcaboiço, que até ajudavam a empurrar!!!
Um táxi cujo motorista era amante das artes marciais 
Aqui - Micoló - tivémos que ir de roda ("à furá di mato", como dizia o nosso Adilson), porque a catrapila das obras tinha ficado estacionada na estrada para o dia seguinte...
Manif de táxis na capital
Em S. Tomé ainda há sinaleiros. Mas, este, só o vimos no seu posto no dia da chegada!?
T-shirts para os turistas comprarem não as há, mas, lá como cá, os partidos políticos não olham a despesas...


Chatas de manipular, mas bonitas, as notas de STP


Publicidade - e o que eu gostava da família Tomé?!
Banco patriótico, na Praça da Independência, S. Tomé capital
Por vezes, nas roças, as crianças confeccionavam "arranjos florais" que nos vinham oferecer, em parte na esperança de obter o tal "dôxi, dôxi!"
Mais vale prevenir!
O "teco-teco" que nos levou ao Príncipe

O Governo Autónomo do Príncipe aconselha (cartaz no aeroporto):


Investimento (abandonado) de um português, na Praia Macaco. Que desperdício!... :( 
Saramago trouxe-nos de volta a Lisboa 

2 comentários:

Rita disse...

Ai o teco teco...

MF disse...

Quanta beleza!