Para rever a matéria
Mi amiga, la 40

As montanhas, era vê-las e guardá-las na alma, porque são bonitas demais para se deixarem apanhar em fotografia:





E, de repente, surgido do nada, o pueblo de La Merced, com a sua simpática igrejinha:

Arquitectura típica da zona
A parte mais acidentada da "Quebrada de las flechas":






A igrejinha del Carmen, anunciava-se orgulhosamente como a mais antiga do vale. mas nós não tivemos coragem para sair da estrada (estrada?!) e ir visitá-la...
Este rio, como todos os outros que avistámos, ia com um caudal reduzidíssimo, o que estranhávamos (lá, ainda era inverno). Explicaram-nos depois que lá, no inverno, faz frio, mas não chove. As chuvas vêm mais tarde, na primavera, o que, junto com o degelo, produz, aí sim, caudais enormes. (Pois, bem me lembro dos problemas que tivermos para atravessar o rio Paine, em Fevereiro...)
O que nos levou a Los Molinos foram as vicuñas. Mas fomos dar com esta pérola. Zoomem a foto, para verem a que prosaica actividade se dedicavam nesta casa de tão luxuosa entrada!




La Paya, um porto de abrigo, onde chegámos mesmo, mesmo ao anoitecer:





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