terça-feira, 27 de maio de 2014

Londres, Abril 2014 - "War Horse", no New London Theatre






Londres, Abril 2014 - às compras em Portobello






Num canto discreto, memória da Guerra de Espanha

Era suposto termos ido ao Electric. Mas, (porventura pelas comodidades existentes), parece que é necessário comprar bilhetes com antecedência, o que, imprudentemente, não tínhamos feito.



Londres, Abril 2014 - "Fausto", em Covent Garden

No principio era a Netrebko. Foi a Netrebko, apresentada pelo Covent Garden, em 2013, à frente de um elenco fabuloso: Calleja, Keenlyside, Terfel. Imperdível! 
No dia em que abriu a bilheteira online, até fiz uma madrugada! De pouco me serviu, já que a Royal Opera House decidiu inaugurar nesse mesmo dia um novo sistema informático... No rescaldo de uma manhã de stress, achei-me com um " standing place, view obstructed by tier ledge, not suitable for people of short stature”...   Mas os fins justificavam os meios.
Menos de um mês antes, a diva baldou-se, sob pretexto de que "o papel não se adequava à sua voz"...
Aparentemente, o Covent Garden não se aborreceu muito, pois já a tem de novo contratada. A fabulosa cantora (e também actriz e bailarina) que ela é, deve dar-lhe um estatuto que lhe permite este e qualquer outro tipo de birras. 

Quanto a mim, comecei a rogar-lhe pragas para toda a eternidade. E achei que os outros cantores também mereciam a minha presença.





A desertora







Foi a este metro quadrado de chão que o meu bilhete de 10 libras deu direito

A minha opinião sobre o espectáculo já a tweetei na altura

Mas o que verdadeiramente me entrou no coração, foi esta cantora de ópera profissional (mas desempregada), ouvida momentos antes de entrar no ROH. Aqui, a cantar a "Canção à lua", da "Rusalka", de Dvorak, depois de já ter cantado o Pie Jesu, de Lloyd Weber.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Madrid, Dezembro 2013 - apontamentos de reportagem

Há mais ou menos dois anos, uma certa viajante perdeu-se de amores fotográficos (entre outros alvos...) pela criatividade expressa nos sinais com que, nas zonas rurais chilenas, se anunciava a venda de gás - bilha de gás tombada, bilha de gás empinada, etc. Aquilo que eu , na altura, apelidei de "kama sutra das bilhas de gás".
Pois bem, as minhas bilhas de gás madrilenas foram as placas toponímicas do centro, em azulejo. Pela novidade, apaixonei-me pelas primeiras que encontrei. E depois habituei-me ao vício e fotografava-as de todas as maneiras, mesmo que, para dentro, estivesse a dizer "esta não tem graça nenhuma", ou "há pouca luz, não vai ficar bem" ou "acho que já tenho esta"...





Até o Chicote, célebre pela preferência de Hemingway, soçobrou à crise...



A esperança é a última a morrer - bicha para comprar lotaria


Homens-estátua para todos os gostos:






Alegría en la calle - 6.12, dia de la Constitución

O metro estoirou:










PUBs E GRAFFITTIs

Madrid, por conta do iPhone 5





O tempo que eu levei para entender esta campanha publicitária!!!



Rajoy a querer limpar-se...











Arte no metro:



Estação "Retiro"




Estação "Aeropuerto"




Lá como cá... ... ...

Reflexos no lindíssimo espelho do edifício que já foi a ourivesaria Aleixandre e agora é... um McDonalds


O portão do prédio onde fiquei era tão pesado, que tinha um pedal para ajudar! Depois vi que era um acessório frequente


Referências tugas:




Centro de informação turística...


...desenhado por Siza Vieira


Comprovo por experiência própria que a cadeira, também desenhada por ele, é muito resistente


Secção abortos urbanísticos:


Torres Colón, Plaza Colón

Paseo de la Castellana

La Pirâmide, Paseo de la Castellana



Natal em Madrid (poucas variantes...)











Hasta la vista, Madrid!