Landmannalaugar foi a nossa única incursão na Islândia interior. E, como implicava tomar F-roads - estradas de montanha onde só 4 x 4 podem circular - , vendemo-nos à facilidade e fomos de pato donald.
À excepção de uma pequena visita côlturel a Stöng - uma quinta remontando ao período medieval - ...
... o dia foi dedicado à paisagem. Aqui fica ela, sem mais comentários, porque as fotos falam por si.
Viajar, uma das três melhores coisas que há na vida! As outras duas? Não digo! Para além de que poderia escandalizar as gentes, um pouco de suspense cria sempre mais interesse...
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
Islândia, Agosto 2013 - Reykjavik
Hallgrímskirkja. Foi, em grande parte, a nossa bússola, na capital.
Por vezes muito vilipendiada, porque dava a falsa impressão de estar "logo ali"...
O senhor na estátua é Leifur Eiríksson, suposto descobridor da América, segundo as sagas islandesas
Do alto da sua torre avistámos, pela primeira vez à luz do dia, a "cidade baixinha":
Mas, obviamente, a peça de arquitectura recente mais famosa, e ai jesus dos habitantes de Reykjavik, é o Harpa, construído para sede da Orquestra Sinfónica e da Ópera islandesas.
O quente e sumptuoso auditório principal
Pormenor dos painéis removíveis que compõem as paredes, permitindo combinar n acústicas diferentes
Algumas das variantes possíveis para as cortinas de um outro auditório
Perspectiva do terraço...
... e do trabalho que dá a limpar
Vista para o... buraco!
Pois é, a bancarrota apanhou a construção do Harpa a meio. Mesmo para acabar o próprio Harpa (que estava 20% construído) foi preciso câmara municipal e ministério da cultura encherem-se de coragem e reformularem todo o financiamento.
O hotel previsto para as traseiras tem tido a construção suspensa até agora.
Depois... depois senti-me vagamente como no Reichstag de Berlin - as possibilidades são infinitas!
O Harpa foi, aliás, a nossa despedida de Reykjavik e da Islândia, às 4 e meia da manhã, a caminho do aeroporto
O Perlán (pérola, em islandês) também se reclama da arquitectura moderna, mais c'est une toute autre chose:
Na colina de Oskjuhlid , onde havia de há muito reservatórios de água, de origem geotérmica, para abastecer a cidade de água quente, foi decidido construir um edifício que disfarçasse as pesadas construções anteriores. Acrescentaram-se-lhe um restaurante de luxo e um miradouro sobre a cidade, e já está como, de um modo inteligente, se fabricam atracções!
Austurvöllur, o lugar onde decorreu a revolução islandesa...
... frente ao Parlamento
(Sim, é "só" esta casinha, os deputados são 63)
Como tuítei na altura, chegámos a Reykjavik no dia da LGBT Proud Parade. Nunca noutro sítio (excepção feita, talvez à Áustria, onde cheguei logo após a morte do Karajan) vi tamanho empenho de uma cidade - e, nomeadamente, do seu comércio - numa causa:
Pelas ruas de Reykjavik:
Tjörnin, o lago interior de Reykjavik
Settlement Museum, o único que visitámos em Reykjavik. O nome da exposição deriva da impossibilidade de datação precisa, embora muito aproximada. Em 2001 foram encontrados e escavados os restos de uma das mais antigas habitações em toda a Islândia - não houve hesitações, foi-lhe construído um museu por cima!
Laekjargata, em cima, e Laugarvegur, em baixo, duas das mais movimentadas ruas da baixa de Reykjavik
Sólfar (Sun Voyager, em inglês), escultura à beira do Atlântico
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