Valdívia - fundada pelo já referido Pedro, do mesmo apelido, que aliás também fundou Santiago - é uma cidade importante na metade sul do país, sede da Universidade Austral.
O interior da cidade não nos agradou, achámo-lo feio, escuro, triste. A beira-rio é que nos agradou, mesmo.
Valdívia antiga
Valdívia moderna
A Casa Andwanter, na ilha Teja, onde está instalado o Museu Histórico e Antropológico Maurice van der Maele. É suposto que recolha os testemunhos dos principais grupos étnicos da região - mapuches, espanhois e alemães - mas o que nos levou lá, claro, foram os objectos mapuches. Entre outros, trabalhos em prata lavrada, lindíssimos, tal como já encontráramos no museu de Pucón.
Infelizmente, não ficaram bem na foto.
Farol e pêndulo de Foucault, a mais recente coqueluche da beira-rio valdiviana, acabadinha de inaugurar
As manas no pêndulo
Leões marinhos e cormoranes, instaladíssimos em frente do mercado do peixe:
"Quero maaaais"
"Tenho aqui uma comichão..."
As gaivotas também dão uma voltinha:
Imagens do mercado do peixe:
Em Valdívia também há bons artistas de rua:
Cerveja, pois - esta foi uma zona de colonização alemã, a partir de meados do século XIX
Restos dos forte espanhol de Niebla, junto ao Pacífico. (Foi completamente arrasado pelo terramoto de 1960, o maior que já foi registado). Valdívia tinha uma importância estratégica fundamental, porque, além de se encontrar frente ao oceano, estava situada na confluência de três rios:

1 comentário:
Não tinha ideia nenhuma dessas colonizações dos Alemães: aqui, em África... vai-se aprendendo a ler blogs de viagem!
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