domingo, 3 de junho de 2018

Flores, Maio / Junho 2018 - Terceira, versão expresso

A pretexto de uma escala nas Lajes, resolvemos pernoitar em Angra, histoire de ficar com um cheirinho da ilha e da cidade.
Dito e feito! Almoço na Praia da Vitória, atravessar a ilha a traquete, inspecção fulminantemente rápida ao centro histórico de Angra. Depois de contornarmos todo o lado ocidental da ilha (quaisquer 20 e tal km), estamos agora a contas com a alcatra regional do "Caneta", que tanto nos foi recomendada.




Império do Espírito Santo, Praia da Vitória
Angra
Angra
Angra

Costa oeste
Amanhã, nova madrugada às 4... Glup!

sábado, 2 de junho de 2018

Flores, Maio / Junho 2018 - rematar e giboiar

Hoje dedicámo-nos a rematar algumas pontas que ainda estavam soltas.
O ponto alto do dia foi a excursão à (ex)vigia baleeira, que exigiu novas proezas de alpinismo e equilíbrio.


Mas a vista lá de cima compensou todo o pânico e esforço (Flickr!):


E agora até nos permitimos estar a aqui a giboiar, olhando a parede de verde em frente da nossa janela.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Flores, Maio / Junho 2018 - lagoas e verde





Flores, Maio / Junho 2018 - dia de cascatas

Decidimos sair sem programa. Quando víssemos indicada uma beleza natural, embicaríamos.
Sairam-nos ao caminho, o Poço do Bacalhau


e o Poço da Ribeira do Ferreira. Arriscadíssima ascensão, para este último, como já referido noutro lugar e por outra fonte.



Mas, apesar do nevoeiro, o esforço valeu a pena.


 E a dramática descida, contra todas as expectativas, também acabou em bem.

A seguir, apresentaram_sê várias lagoas. Mas aí é que o irmão nevoeiro não nos deixava mesmo ver um palmo adiante do nariz. Aproveitamos para vir para casa mais cedo e ficar a giboiar no quintal do nosso anfitrião.

E agora estamos aqui a jantar frente ao mar, acompanhadas por branco do Pico e Ellis Regina...

Flickr

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Flores, Maio / Junho 2018 - excursão ao Corvo

Madrugada (sim, que outra coisa é 7h30, ainda por cima em férias?!) para a excursão ao Corvo, já ontem apalavrada.
 

Viagem sem incidentes, apesar do mar batido, abafadas num grupo de francius.
À chegada, como já sabíamos, as carrinhas aguardavam o turistame, para a viagem até à Caldeira, a cratera do vulcão que a ilha do Corvo foi.
 

CarrinhaS, é uma maneira de dizer, claro: carrinha há só uma, e nós somos 15. Um dos motoristas de um dos carros ligeiros, na ansia de poder servir mais turistas, tenta agrupar cinco deles, intentando dar a chave e passar o volante a um deles. Marylight, receosa da temeridade de mana caçula, dispara: Maria do Céu, não caias nessa! (Não caíria...)

Acabou por só reunir-nos a nós e um casal québecois, pelo que agarrou mesmo ele o volante.

O sr. Fernando revelou-se um excelente guia. Excelente e orgulhoso da sua ilha, onde 99% das (452) pessoas não fecham a porta de casa. " Se eu fechasse, quem perdia era eu - o vizinho não podia ir lá deixar uma fatia de bolo, ou qualquer outra coisa!

A Caldeira é uma coisa do princípio do mundo, linda de morrer. Querendo documentar a coisa numa selfie "das antigas", o distinto par de jarras quase rebolava por ali abaixo (Flickr!), mas vá lá, não aconteceu.






No regresso, os salpicos foram um pouco mais violentos e Marylight, que ia do lado deles, ficou encharcada dos pés à cabeça. Mas o deslumbrante percurso que fizemos pela costa ocidental das Flores fez-nos esquecer todas as humidades.









terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Turim, Dezembro 2017

Turim foi à boleia de Milão. Ao fim de dezenas de anos de paixão por Itália, não conhecia a cidade  que foi a primeira capital do país.
Também não a fiquei a conhecer, claro! Mas dei uma grande volta pelo centro histórico e papei o Museu Egípcio.

Sumptuoso, é um adjectivo que vem à mente quando se caminha pelas zonas mais antigas de Turim - uma longa sucessão de praças e palácios que ainda dão uma ideia do que terá sido a capital do Piemonte.


↑  Piazza Carlo Felice ↓


Piazza San Carlo

Piazza Castello

Piazza Castello - Palazzo Reale

Piazza Castello - Palazzo Madama


↑  Piazza Castello  - San Lorenzo ↓





Piazza Castello - Cassaforte degli Acaja

Palazzo Carignano, local de nascimento de Vittorio Emanuelle II, primeiro rei da Itália unida

Duomo - o chamariz do "santo sudário" não foi suficiente para me fazer entrar

Teatro romano sob a neve

↑  Porta Palatina, uma das portas romanas mais bem conservadas do mundo (Séc. I)  ↓



A Mole Antonelliana é o símbolo da cidade de Turim e, simultaneamente o seu edifício mais alto. Há alguns anos, sabendo que se projectava um arranha-céus que o suplantaria, os habitantes fizeram um abaixo-assinado de protesto e a Mole continua detentora do recorde!
O projecto do edifício - pensado inicialmente para sinagoga -  foi sofrendo sucessivas alterações. A câmara acabou por assumi-lo, destinando-o a museu.



Actualmente alberga o Museu Nacional do Cinema


Subindo no elevador para o miradouro da Mole. Vamos passar por aquele buraquinho

Os Alpes, vistos do miradouro da Mole


↑  Outras vistas do miradouro. Em baixo,  a Universidade de Turim  ↓



MUSEU EGÍPCIO

Este estava atrasado desde há muito, desde o tempo da tradução para a Planeta Agostini.
Selecção quase aleatória de algumas pérolas que mais me agradaram.

Múmia da época pré-dinástica




↑  Figuras femininas utilizadas em rituais no momento do parto ou para o renascimento do defunto no mundo do além. (Sublimes!)  ↓



Estatueta da deusa Tauret - corpo e cabeça de hipopótamo, cauda e dorso de crocodilo e patas de leão, todos animais conhecidos pela agressividade na defesa das suas proles. Estas estatuetas eram normalmente colocadas nas habitações para protecção dos recém-nascidos, ou para favorecer a fertilidade

Bailarina contorcionista (fim do primeiro milénio a. C.)

Estátua de Pendua e Nefertari (Séc. XIII a. C.)

Estátua de Ramsés II

Templo de Ellesyia, mandado construir por Tutmés III - mais um, à semelhança do de Abu Simbel, salvo das águas da barragem de Assuão. Foi trazido para Turim e remontado dentro do Museu Egípcio.

Estátua da deusa Sekhmet

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Imaginação - em Turim, as iluminações eram constelares