domingo, 2 de abril de 2017

Próxima viagem?


O embaraço da escolha

sexta-feira, 31 de março de 2017

Ilhas Lofoten, Março 2017 - notas de reportagem


Puffin (ou papagaio-do-mar), no museu do gelo
Bacalhau em toda a parte - aqui, no cartaz do museu do gelo


Mas bacalhau a sério é nos secadores (hjell):


  
As cabeças secam à parte:


Decorações em fachadas de casas particulares

Caixa de correio (atada, para não voar!)


As janelas, sempre muito arranjadas e, normalmente, iluminadas (só me lembrava de ter visto na Holanda)

 A princípio, pensámos que era a garagem. Mas depois concluímos que a rampa era mesmo para o barco!


 Torre para observação de aves (penso)


  Em terra de pescadores, os pictogramas vão a condizer

Muuuuuu...


Narcisos raquíticos num supermercado


Túnel descomunal, um dos muitos

Notas norueguesas (um dia ainda vou de cana, com esta mania de fotografar as notas!...) :
 
 
A minha favorita é a de 100 coroas. Representa Kirsten Flagstad, uma cantora de ópera da primeira metade do século XX, célebre pelas suas interpretações de Wagner

E por falar em dinheiro: em quase todas as lojas havia esta curiosa maquineta. A empregada metia o nosso dinheiro por cima e ela cuspia o troco, na parte de baixo!


Espécie de trenó, usado (também pelos séniores...) nas deslocações na neve


Mesmo a nevar, as crianças não ficam fechadas na escola!!!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Ilhas Lofoten, Março 2017 - a condução...



Parti para esta viagem transida de medo, relativamente à condução no gelo e na neve. Era uma estreia. Cheguei lá e não via correntes nos pneus. ?? Fiz logo uma entrevista de rua! Onde me explicaram que  o que eles usam não são correntes, mas sim pneus de inverno, com uma espécie de pitons.

Saí da garagem com uma sensação de insegurança parecida à que tive na garagem de Montreal, quando me inaugurei a conduzir um carro automático. Mãozinhas bem agarradas ao volante, nada de movimentos bruscos e, sobretudo, muita concentração.

Foi bom que o único incidente tivesse acontecido logo ao segundo dia – ajudou a pôr-me no lugar, a não achar que já me tinha habituado, a não abrandar a concentração. Um nanosegundo em que desviei o canto do olho direito para "aquela casa tão gira", atirou comigo para o monte de neve na berma da rua. Mais do que as três vezes que tive que sair do carro e escavar à roda dos pneus, acho que a recordação mais vincada que guardarei do episódio é a das crianças do jardim de infância do outro lado da rua, trepando à vedação e gritando-me conselhos (suponho eu…)!

Para ser rigorosa, tenho que reconhecer que os limpa-neves faziam um excelente trabalho. Pelo menos nas estradas principais. Nas secundárias, a história era diferente. Quando me aventurei por esta aqui abaixo foi um frisson. A minha boneca não disse nada, mas aquele coraçãozinho só deve ter descansado quando me viu inverter a marcha…


LImpar a botifarra, para não levar gelo para os pedais...

Toutes comptes faites, não foi assim tão mau. E, por duas vezes, ainda cheguei a andar à estonteante velocidade de 72 km / h! Mas em todo o caso, quando, à saída, deitei a chave na caixa da Avis, no aeroporto, dei um grande suspiro de alívio!... 

terça-feira, 28 de março de 2017

Ilhas Lofoten, Março 2017 - bicharocos


Gralhas - estavam por toda a parte, fazendo ouvir a sua algazarra. Não imaginava ir encontrar tantas, naquela latitude e com tais temperaturas.



Em matéria de chinfrineira, as gaivotas rivalizavam com as gralhas. Ouça-se o seu concerto, em Nusfjord
Muro das gaivotas, em Nusfjord. Não percebi o alvo pintado no meio... ?


Águias marinhas. Vimo-las durante o cruzeiro ao Trollfjord. Mas, para além do fraco equipamento e da pouca habilidade da repórter, por esta altura em que as encontrámos já a mesma não dava conta dos dois gorros, três pares de óculos, dois pares de luvas, anorak, macacão impermeável e colete de salvação... Bref, o que se aproveitou foi isto...



Corvos-marinhos (ou cormoranes, como gosto de lhes chamar, já que os descobri na Patagónia) também eram frequentes



Os cavalicoques são lanzudos, parecidos aos da Islândia:


No aquário de Storvagan vimos muitas e desvairadas espécies de que, à distância, nem todas conseguimos identificar...