Mais do que uma vez, durante a viagem, ouvimos mencionar Jericó como a cidade mais antiga do mundo.
No entanto, várias fontes que consultei referem Damasco como a mais antiga cidade continuamente habitada do mundo.
(Aliás, e falando de recordes, a Síria foi o palco por onde desfilaram nada menos que 33 civiliazações. So far...)
As "favelas" de Damasco, à noite, vistas do quarto do hotel
No entanto, várias fontes que consultei referem Damasco como a mais antiga cidade continuamente habitada do mundo.
(Aliás, e falando de recordes, a Síria foi o palco por onde desfilaram nada menos que 33 civiliazações. So far...)
(Reparem que só os homens é que dançam...)
Túmulo de Saladino, já no recinto da mesquita:
Os três minaretes da mesquita
(e uma cúpula que não sei identificar, mas me pareceu bonita) :
E entramos no pátio da mesquita dos Omíadas, restaurada nos anos 90.
Regalem-se e embasbaquem-se como eu. São tudo mosaicos:
(Apesar de ter cumprido rigorosamente o horário de tempo livre [...], foi o deslumbramento com os mosaicos que me fez perder do grupo. Para onde se tinha eclipsado toda a gente?!!! Não foi nenhum pânico, mas também não foi das sensações mais agradáveis da viagem. Felizmente durou pouco e acabou em bem)
Percurso pela cidade velha (bairro cristão):
Visita ao caravanserai fundado por Solimão, o Magnífico, em memória de seu pai. Como o progenitor vivera até aos 88 anos, afinfou-lhe com o mesmíssimo número de cúpulas! :
Damasco (e Alepo também) tem portas e janelas de madeira trabalhada lindíssimas:
Entrada do Museu Arqueológico Nacional (MAN):
E agora alguns troféus arrancados à proibição de fotografar no MAN (Mesmo sem flash! Claro, há que vender as reproduções...). Perdoo os reflexos dos vidros pelo bem que me soube a prevaricação ... :-P
E das belezas de outrora para a triste realidade contemporânea... :
Na última noite em Damasco, levaram os turistas a um restaurante para turistas, que, ao jantar, apresentava um espectáculo de derviches para turistas. Toda esta perversão (e o cansaço que já acumulávamos) não impediu que tivéssemos presenciado momentos muito bonitos.
Os derviches dançantes, com cuja existência (que não com a dança) eu já tinha tido contacto na Turquia, são monges seguidores do filósofo Mevlana (Anatólia, século XIII). A dança, onde é suposto rodopiarem sobre si próprios até ao êxtase (místico, entenda-se), faz parte dos seus rituais.