quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jordânia / Síria, Outubro 09 - Wadi Rum

O grande feito de Lawrence da Arábia e dos seus companheiros foi que, para chegarem a Aqaba, tiveram que atravessar o deserto de Wadi Rum.
A nós, privilegiados turistas, levaram-nos a passear no deserto em (pseudo)4 x 4. Lindo de morrer!

E no entanto, havia quem andasse a passear de balão...


Mais terra a terra, eis algumas das perspectivas que tivemos:





Um chá no deserto - bebemo-lo numa tenda beduíma (haima)



Wadi Rum Também tem o seu siq (terá vários, nós vimos este):






© IO

Como se não bastasse a sua beleza intrínseca, o desfiladeiro tem gravuras rupestres:






Esta tinha a particularidade de apresentar uma versão arcaica da escrita árabe, ainda sem sinais diacríticos:


De novo o Wadi Rum:






Camelo repousando das tolices dos turistas


Pés à saída de Wadi Rum

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jordânia / Síria, Outubro 09 - Aqaba

No meu imaginário, Aqaba (mais uma esdrúxula, lê-se Áqaba) é uma sonoridade que me evoca a imagem de Lawrence da Arábia, de sabre erguido, à frente do (enganado) exército árabe, rasgando, a favor dos hipócritas ocidentais, uma passagem para o Mar Vermelho. A nossa passagem pela cidade foi meramente logística, fomos dormir a 10 km. Para nos contentarem, deram uma volta pela cidade, em que os protagonistas (e os comentários do guia) foram os principais hotéis...

Entardecer...

... no Mar Vermelho


(Enorme) bandeira da revolução árabe, na marginal de Aqaba

Passeio nocturno, nos arredores de Aqaba

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jordânia / Síria, Outubro 09 - Petra II

Os beduínos (e em Petra só pode "operar" gente beduína, e que seja da região), oferecem aos turistas mais fracalhotes, vários meios de deslocação:


Como já disse, o que mais me deslumbrou e surpreendeu em Petra, foi o desfiladeiro (siq, em árabe)


Entrada para o desfiladeiro:

No desfiladeiro, corria um rio, que os nabateus desviaram, deixando assim a sua capital ao abrigo de investidas mais directas. Não admira portanto que as ruínas só tivessem sido (re)descobertas em 1812.

Aspectos do desfiladeiro:


TCHARÁN!!!!

O "Tesouro" (Khazneh) é o túmulo de Aretas IV, rei dos nabateus. O nome deriva de uma lenda segunda a qual haveria um tesouro na urna do topo da fachada

"Cicatrizes" dos andaimes, na fachada do "Tesouro"


O interior do "Tesouro" :


A entrada do desfiladeiro, vista do "Tesouro":


Por baixo, há outra fachada...


Túmulos,

túmulos,

túmulos,

túmulos,

túmulos...


Casas escavadas na rocha. As cores são um assombro:







© Alexandre Os "elefantes"

Teatro nabateu



O imperador Adriano submeteu Petra no ano de 106.
Zona romana de Petra (cardus maximus):






Pés à saída de Petra...