terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - "A missao": as fotos

Para rever a matéria

SANTA ANA

A lindíssima praça principal


Da enorme igreja (78 m de comprimento),

... apenas resta a escadaria...
... e panos de muro...

... devorados pela vegetação


A primavera a chegar à Missão de Santa Ana


MISSÃO DE NOSSA SENHORA DO LORETO

Também aqui é a vegetação que manda


MISSÃO DE SAN IGNACIO MINI

Portal da igreja


Pormenor do portal - a concha, símbolo associado a Santiago de Compostela


Pormenor do portal - anjo em versão guarani
Dois dos pórticos do claustro do colégio dos padres jesuítas



APOGEO Y CAÍDA DE LAS MISIONES

Desde 1609, cuando fué fundado el primer pueblo, hasta 1768, cuando los jesuítas debieron abandonar América por orden real, mucho cambió en la vida de las reducciones. A medida que se hacían economicamente más ólidas, por ejemblo, aumentaban sus pobladores, pero se volvían más vulnerables a las epidemias. La expulsión de los jesuítas marcó el fin.

A partir de entonces, los pueblos quedarn en manos de autoridades civiles y de otras congregaciones, entre ellas las de os franciscanos. Sus habitantes se mimetizaron en los recién creados estados nacionales: la Argentina, Brasil y Paraguay. Las guerras entre estos países, a princípios del siglo XIX, destruyeron los edificios de las reducciones.

Museu de S. Ignacio Mini

Los guaranies y los jesuítas construyeron, aislados de la sociedad colonial, una estrutura social novedosa. Para los jesuítas, era el modo de cumplir su misión evangelizadora. Para la corona espanhola, de fortalecer su presencia en los territorios selvaticos. Para los indígenas, una forma de protegerse de paulistas, asunceños y otros enemigos. Así se explica el éxito de las misiones.

Museu de S. Ignacio Mini

COMO ERAN LAS MISIONES?

Este modelo de organización comunitária fué percibido, siglos después, como un comunismo incipiente, una teocracia o una utopia social. Sin embargo, las misiones se estructuraban de forma indudablemente jerárquica.

Las misiones eram unidade politica y economicamente independientes. Mantenian una estrucrura urban pautad, estabn bien comunicdas entre si y conformaban un sistema social integrado.

La plaza era el centro geográfico y social de las reducciones. A su alrededor se ubicaban la iglesia, los tlleres artesanales, el cementerio, el cabildo y otros edifícios mportantes. Ahi también tenían su casa los jesuítas, mientras que los indígenas vivian en las calles laterales.

Había dos tipos de terrenos: los abambaé (cosas del hombre) eran huertas familiares y los tubampaé (cosas de Diós) pertenecían à la comunidad y abastecían l iglesia, las escuelas y al Cotiguazú, vivienda que recluía a mujeres viudas o com marido ausente.

Para mantener la coesión popular los jesuítas respectaron el poder de los caciques y aplcaron un rigoroso sistema productivo. Todas las actividades religiosas, sociales y economicas estaban pautadas. Algunos indígenas se dedicaban a oficios como la carpintería, la herrería y la alfarería; otros pastoreaban ganado y la mayoria trabajava en la unidades agricolas, donde se cultivaba maiz, trigo, algodón y yerba mate

Museu de S. Ignacio Mini


Argentina, Setembro 08 - S. Miguel emigrante: as fotos



À luz do dia, era fácil encontrar o desvio para a pousada. Mas na estrada de breu...




... o aspecto não era exactamente o mesmo...




A passerelle para nossa maison...

© Marylight

... e a própria da maison

... toda ela baseada em soluções...

... rústicas e artesanais



"Casa grande", onde tomámos o pequeno almoço ao som de...

[filme demasiado grande,o blogger não o roeu... :'-( ]

... Ney Matogrosso


Breve excursão à cascata da propriedade



Maxi, o filho da encarregada da pousada: um doce e, simultaneamente, um diabrete. Que parelha faria com um menino q eu cá sei... :)


Outra da vantagem de fazer a picada à luz do dia, era poder usufruir da lindíssima cor da tierra misionera

Até sob a chuva...
... o rio Uruguay é lindo


A balsa transfronteiriça que nos levou ao Brasil:



Não tendo tempo para ir a S. Miguel das Missões, não tendo tempo para ir espreitar os Saltos do Moconá do lado brasileiro, resolvemos ir comprar caramelos a Badajoz, perdão, a Três Passos.
Mas ao fim de 1/2 dúzia de km, percebemos que a estrada nunca ia mudar disto, ao longo dos respectivos 42 km. Retrocedemos. Resistência tem limites!!! :



Esperando a lancha


Lá vem ela


Está curiosa árvore, que dá pelo nome de palo borracho, produz estas bolas tipo algodão...
... aqui um pouco pingonas por causa da chuva...

...mas resplandecentes neste exemplar captado pela poderosa lente da Marylight.
Não conseguimos apurar se são utilizadas para algum fim específico

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Argentina, Setembro 08 - Saltos del Moconá: as fotos

Quando tirei esta foto, foi porque já sabia que, lá mais para diante, no NOA, ia encontrar estradas bem diferentes (falo da vegetação, claro, cof, cof)

A caminho dos Saltos de Moconá: cultura de tabaco

Local da partida

Partiiiiida! Nós íamos à proa e de costas, o que não facilitou nada a reportagem, bien au contraire, 'tou já a avisar... © Marylight

O condutor do 4x4


O piloto da lancha

O lindíssimo rio Uruguay


Ei-los: © Marylight


A outra margem, em "normalíssima" pedra, contempla, tranquila, tamanho desvario:



Estes
close up eram quando o Paulo levava o barco até ao limite da proximidade, provocando os gritinhos histéricos do mulherio...



É que, no meio das constantes manobras náuticas, fazer esta reportagem não foi nada fácil. Por medida de prudência (plenamente justificada, aliás!) tinha que ir permanentemente agarrada fosse ao que fosse (corda, varão...) com toda a firmeza. Uma mão operacional abatida ao efectivo. (E os pés escorregavam constantemente na peganhice que, nesta altura da expedição, já reinava no fundo do barco). Quando eu punha a máquina em posição normal, ele virava 180 graus e os Saltos ficavam em contra-luz. Quando atinava a rodar o botão para filme, ele acelerava vertiginosamente em direcção dos Saltos, e tudo o que eu queria era era fechar a lente e protegê-la da água... Uf, que cansaço...
© Marylight
© Marylight


E por falar nisso...



... o filme rasca do costume


Fim de festa