
Tendo como pano de fundo a banda sonora do
filme, e enquanto a mana lia as fontes de referência, marchámos sobre a nossa selecçao (*) de missoes jesuítas argentinas (a do Paraguay tinha sido eliminada, por falta de tempo, e a brasileira... err... bem...).
Começámos por Santa Ana, que, no final, havia de ser eleita a preferida. Mas que, aliás, nos foi logo directa ao coraçao. Menos monumental que a suposta jóia da coroa (já lá vamos!) e propositadamente menos recuperada do que ela, permanece num estado semi-selvagem, tragada pela selva, que nos encantou.
Explorámo-la como e quando quisémos, só nós e as cigarras, sob o sol forte do meio do dia.
Loreto é um dos extremos de que Santa Ana é a média - está pouco cuidada, pouquíssimo explorada.
O outro extremo é San Ignacio Mini, a mais conhecida, a mais falada, a mais explorada turisticamente. Hordas de turistas passeavam-se atrás dos respectivos guias, fumando, falando ao telemóvel...
Claro que a monumentalidade é outra, mas, mesmo assim, para nós, a eleita foi a nossa Aninhas.
A chegada a Posadas teve frisson q.b. - tinha-me enganado ao fazer a reserva, estava feita para 2 dias depois... (eu já vi este filme...)
Mas como hoje só encontrámos gente de boa vontade, tudo se arranjou.
Besitos
(*) O critério de selecçao - tao bom como qualquer outro - , entre as 30 que os jesuítas fundaram, foi o de visitar as que a Unesco declarou património mundial