É claro que o facto de termos chegado a um domingo teve influência na opinião. Quando voltámos, era um sábado e a agitação era enorme.
As minhas sócias, perante o contraste, foram ao ponto de dizer que, à chegada, tinham até achado a cidade deprimente. Não concordo.
Aliás, a primeira vista da cidade teve a (boa) surpresa dos jacarandás
O único edifício que vimos, contrariando a horizontalidade da cidade:
De resto, a pouca altura é a regra. Até em centros comerciais, como aqui:
Património não há muito. O grande highlight é a Krist Kirsche, pastiche híbrido da transição dos séculos XIX para XX, época da colonização alemã:
Outro edifício de características germanistas, mas mais recente:
Bem no centro da cidade, na Post Street, são exibidos meteoritos de Gideon:
Oops, de vez em quando uma surpresa:
Mesmo ao lado da nossa guest house, havia este estranho bunker. Perguntámos ao motorista de que se tratava e a resposta foi que era o palácio presidencial.
Perante o estranho símbolo no gradeamento, continuámos a perguntar - de quem é a responsabilidade da construção?... Adivinharam - China!
Tendas de artesanato, em Okahandja
O Plateau, visto da estrada:
A estrada vista do Plateau:
No Waterberg Plateau fizemos uma pequena caminhada, que nos proporcionou excelentes vistas sobre as primeiras (de muitas) montanhorras lindíssimas:
