sábado, 31 de março de 2007

Veneza Fev. 07 - *selecção* de máscaras II

A minha favorita:



Bruxinha envergonhada e família:



Em ambos os dias houve um desfile de máscaras, no palco da Praça S. Marcos, apresentado por Goldoni (cujo bicentenário este ano se comemora) e dois personagens da
commedia dell'arte, Arlecchino e Brighella.
O desfile não tinha qualquer espécie de organização formal - bastava ir para trás do palco e incorporar a fila, digo, bicha






Outro Klimt:



Ecos de orgulho nacionalista:









A bela e o monstro:

quinta-feira, 29 de março de 2007

Veneza Fev. 07 - *selecção* de máscaras I

O Doge que era nosso vizinho no hotel :)











Veneza Fev. 07 - mais montras...

Medico della peste, em marioneta


Nostalgias para todos os gostos...


Orquestra em vidro de Murano

quarta-feira, 28 de março de 2007

Veneza Fev. 07 - as montras

Logo na noite da chegada, as montras davam o tom







sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Veneza, do alto

Foi como a vimos ontem, lindissima, do campanile de S. Giorgio Maggiore, na ilha do mesmo nome. A névoa que pairava nao terah ajudado ahs fotos, mas, ao olho, até reforçou o encanto

Hoje foi novo dia de ilhas.
San Servolo, primeiro, onde, até 1978, foi o hospital psiquiatrico.
Aqui estah tudo muito bem arrumado e organizado. Sobretudo o que representa perigo: os defuntos, numa ilha; os loucos, noutra; os vidros, com as suas forjas eventualmente incendiarias, numa outra. E cosi via...

E alguem sabe de onde vem a palavra lazareto?! Pois da ilha de San Lazzaro, onde, pela 1.a vez, foi criado um hospital para leprosos.
Acabaram-se os leprosos, a ilha estava desempregada, e foi generosa/ oferecida pelo doge, no principio do seculo XVIII, a um padre armenio, que aih fundou uma comunidade que ainda hoje perdura.
Enquanto nao houve uma republica independente da Arménia, era este o ponto de referencia universal para todos os arménios espalhados pelo mundo.

Amnhan, neste nosso roteiro multi-crenças que também jah passou pela comunidade ortodoxa de S. Giorgio dei Greci, iremos ao ghetto de Veneza, o 1° em todo o mundo, triste record.
Pois em Veneza instalaram-nos ao pé de uma forja - getto, que em italiano se le djeto. Mas eles, que vinham na sua maior parte da Alemanha, leram com pronuncia daquele paihs - gueto. E aih estah de onde surgiu a palavra!

Domani, quindi, si finisce...
E entao serah, verdadeira/, ciao, Venezia!!!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Veneza tem a forma de um peixe

Um peixe perdido, no meio da laguna.
Nao acreditam?! Espreitem aqui

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Soh ao preparar esta viagem me apercebi de que a cidade eh uma pequenissima parte do tamanho da laguna.

Hoje foi dia de ilhas. Mazzorbo, primeiro, de onde atravessamos, por uma ponte de madeira, para Burano, a das rendas.
Tudo em renda (aliahs, merletto) - coletes, sombrinhas, marcadores de livro...
Casas coloridas, reflectidas nos canais.

Depois Torcello. Foi um dia a imponente capital da laguna norte, o principio dos principios de Veneza. Hoje tem 14 habitantes.
Restam, da antiga grandeza, a igreja de Santa baça, digo Fosca, e a basilica de Santa Maria Assunta, capaz de rivalizar com S. Marcos ou com os Apolinarios de Ravenna, do chao de pedras incrustradas e dos mosaicos estamos falando, respectivamente


E de regresso ao hotel soubemos que mais um governo italiano tinha caido...

Ciao, Venezia!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Venezia *è* il Carnevale

Ontem nao fizemos + q correr atras das mascaras - um deslumbramento! - e rogar apragas aos parolos que insistem em fazer-se fotografar avec. Entre eles, paleeeeetes de tugas.

Imaginem a que estado eu cheguei ao fim do dia, para nao ter vindo ah internet do hotel, no mesmissimo piso do nosso quarto!...

E, a proposito, do nosso (modesto) hotel, a escolha nao podia ter sido melhor: sossegado, limpo, bem (demasiado!) aquecido.

Hoje fomos ao Palazzo Grassi ver uma exposiçao de Picasso (pintura, mas também ceramica, desenho, escultura), chamada "La joie de vivre". Os anos de ouro de Antibes. Liiindo.

E depois vim a descobrir que o actual dono do Grassi é François Pinault, o milionario frances que queria fazer um museu de arte moderna nas oficinas soissantehuitardes da Citroen em Bologne Billancourt.
Mas o processo foi tao demorado e tortuoso, que se fartou e se mudou para Veneza.
Sorte a da Serenissima, de ter dois mecenas (Pinault e Guggenheim) em disputa.

Agora acabamos de chegar do ultimo desfile de mascaras e estamos repousando um bocadinho, para resistirmos ao fogo de artificio de encerramento, a meia noite

Ciao, Venezia!!!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Futuramente...

N. Zelândia Set. O6 - Kiwizadas

Koru, o rebento do silver fern, que nos enlouqueceu em dezenas de fotografias. Para os maoris simboliza nova vida, crescimento, harmonia

A folha do silver fern, como já foi dito , é símbolo nacional nacional da actual NZ, e figura na bandeira dos "All Blacks"


Na onda, trazíamos uma folha no nosso carro

Hei matau - outro símbolo maori que representa força e determinação e traz paz, prosperidade e saúde, ao mesmo tempo que segurança, nas viagens por mar

Não sendo uma meta, para não a ultrapassar, ganhei uma lesão muscular!...


A bicharada é bem tratada na NZ - eram frequentes as vacas de gabardina (sobretudo?!)


Tal como o tabaco, também o álcool é combatido. (Mas não sei garantir se a proibição é cumprida...)


A mania das matrículas personalizadas levada ao extremo...

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

N. Zelândia Set. O6 - Bicharocos


Sim, são gaivotas. Mas as nossas não têm, como as de lá, o rabo preto, com bolinhas brancas


Pukeko. Parecido com o takahe. Está em movimento porque não achou graça nenhuma a ver uma turista apontar-lhe aquela arma esquisita


Paisagem típica da NZ - montanhas e ovelhas. Não será dos melhores exemplares, mas foi o que se conseguiu arranjar

Tui. O tal que se ouve por toda a parte, na NZ, e que tem um canto diferente conforma a hora do dia


Parakeet


Kereru


Kea


Takahe, a tal


E o kiwi? Errr... pois parece K não wi

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

N. Zelândia Set. O6 - Morfos

Na NZ não há uma gastronomia típica. (Excepção feita, claro está, ao tal hangi, que, à semelhança do cozido dos Açores, não é exactamente para comer todos os dias!) Mas, mercê talvez dos muitos contributos de que é feito o país, pratica-se uma cozinha com imaginação, simpática, moderna. Tudo isto nos cafés que se encontram por toda a parte e que não são propriamente iguais aos nossos. Além de café, bebidas, e (poucos) salgados ou doces, oferecem um serviço de refeições ligeiras, na base das saladas, tartes e assim, patente em lista devidamente afixada. A balta chega e vai directa ao balcão, encomenda o que quer e paga. Dão-nos uma bandeirinha (propriamente dita, é tão patusco!) com o número da encomenda e vamos sentar-nos. E depois o empregado que traz a manja localiza-nos nessa base. Os empregados vestem invariavelmente de preto. E o nome do gerente on duty está sempre afixado em sítio bem visível, para o que der e vier.

"Element Pizzeria", Christchurch: a pizza da primeira noite - pizza abbachio, com borrego grelhado (!), abóbora e iogurte


"Hotel Revington", Greymouth: mushroom and bacon soup


"Cook Saddle", Fox: cheese cake


"Vudu Cafe", Queenstown


"Bailliez", Te Anau: filete de linguado com molho tártaro


"Crofton Downs", Wellington: pavlova, by Chef M'rcílio


Waikite Te Manaroa Springs, Rotorua: seafood lakso (na NZ os mexilhões são sempre king size)

Waikite Te Manaroa Springs, Rotorua: o pissirinho também apreciou o bolo de cenoura com creme de canela