segunda-feira, 27 de novembro de 2006

N. Zel Set. O6 - Delírio fotográfico

Art deco
Kia ora!

Voltamos ah estrada.
Por um erro de casting q n vale a pena detalhar (...), acabamos por viajar para Napier de carro e ao longo de varias horas, em x da prevista uma hora de aviao

Napier eh 1 cidadezinha ah beira do Pacifico, q, por via da data em q 1 terramoto a destruiu - 1931 - foi toda reconstruida em Art Deco. Um deslumbramento, sra. dra.! Os edificios fotografaveis sao porta sim, porta sim, sao ruas inteiras.
Hastings, a 18 km, passou pelas mm vicissitudes, com a diferenca de q, aqui, o estilo utilizado na reconstrucao foi o "spanish mission", coisa em q nc tinha ouvido falar, ateh ah preparacao desta viagem. (N conhecem? Vao ao Google!!! :-P)

Hoje, dp de visitarmos Huka Falls, bordejahmos metade do lago Taupo, aconchegadinho na cratera de um antigo vulcao. Deixando para tras a capital da regiao (Taupo, precisa/), demasiado turistica, viemos acolher-nos ah modesta Turangi. Tv tenhamos exagerado na modestia - o town centre eh constituido por 1 cruzamento c/ 2 bombas de gasolina, 1 club video e varios takaway foods. O 1.o restaurante aonde tentamos jantar fechava ahs 8... a 1 sabado.
Mas tranquilidade eh coisa q n nos falta, claro. Ter encontrado de onde mandar este telegrama ja n foi nada mau.
E amanha acordaremos aos pes do Tongariro, montanha sagrada dos Maori, onde, com muita pena nossa, n poderemos ir fazer o Tongariro crossing. Eh q a caminhada dura entre 7 a 8h, de q n dispomos (what a nice pretext, isn't it? :-)


Hastings - Westermans Department Store [Spanish mission]



Hastings - ???


Hastings - Teatro Municipal...


... a sua vizinha, "um pouco" mais recente, Hawke's Bay Opera House
Bem, na verdade integram um mesmo conjunto, que, recentemente, mudou da primeira para a segunda designação.


Chegada a Napier - sombras à beira do Pacífico


Halsbury Chambers, de Louis Hay, um dos principais arquitectos da reconstrução, grande admirador de F. Lloyd Wright


Antigo edifício Kaiapoi


Hotel Masonic


Edifício Smith & Chambers


Aquando da reconstrução, era... o quartel dos bombeiros. Agora é a Art Deco Shop, a montra do Art Deco Trust, criado nos anos 80 e responsável pela revalorização e recuperação do património art déco, que data apenas dos anos 90


A cidade ficou de tal maneira arrasada, que, para permitir às pessoas orientarem-se, foi preciso (re)colocar as placas toponímicas à altura dos passeios


Banco ASB


Pormenor da fachada do banco ASB

Motivo maori, na decoração do interior do banco ASB


Um outro motivo maori, na fachada do Napier Antique Centre


Porta anónima


Janela interior do Hotel County


Além da homogeneidade da reconstrução, a outra coisa que me encantou foi o espírito com que ela foi feita, no sentido de mostrar ao mundo como os habitantes tinham sabido enfrentar a adversidade. Um dos locais onde isso é mais visível é a Marine Parade, onde, no Carnaval de 33, foi oficialmente celebrada a reconstrução


No verão, organizavam-se bailes, e concertos, no Soundshell



Tom Parker Fountain, inspirada em modelo análogo... de Bornemouth!


Veronica Sunbay é um sítio especial, na Marine Parade - aqui esteve pendurado durante muito tempo (até que o outro tempo fez sentir os seus efeitos deteriorantes) o sino do navio "Veronica", ancorado na baía à data do terramoto, e cujos tripulantes deram uma enorme ajuda nas operações de socorro. Actualmente, no dia de Ano Novo, ainda é trazido para aqui e feito soar


Claro que esta ala do Hawke's Bay Museum não é art déco. Mas achámos graça a que o King Kong andasse por ali a comer gelados :-)


A nossa casinha em Napier


O rio Waikato, onde são as Huka Falls, tem exactamente esta cor



E as Huka Falls têm este nome porque huka, em maori, quer dizer espuma. Ora pois...


As ondas do lago Taupo!


A nossa casinha em Turangi

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

N. Zelândia Set. O6 - 20 anos de afectos

Dia de aeroportos
O programa da manha, suposta/ dedicado ao shopping, girou 180 graus, para o bird park (despecam-se, n ha prendas pra ninguem! :-P), onde passamos tempos infindos, tentando estulta/ fotografar takahes, keas, kakas, kererus...
Despedimo-nos com (muita) pena de Te Anau e dos nossos hosts - Denise e Tony - , uns amores de simpatia, simplicidade e hospitalidade. O mm jovem cenourinha q nos trouxera de Queenstown levou-nos de volta, largando-ns, desta x, no aeroporto. Por um feliz acaso, n nos aplicou 2.a (e infindaaaaavel, brrr... ) dose de Coldplay... ... ... De Queenstown para Wellington nao ha voo directo, tivemos de passar por Christchurch. Entao imaginem - 2 voos de 45 minutos cada, com 2 h de espera em cada aeroporto! Mas o melhor foi q, qd chegamos ao balcao da Air New Zealand, nos disseram q o nosso voo era.. amanha!!! Dp de 1 piqueno baque, corrigiram o erro e tudo ficou bem. Ah nossa espera la estavam a Sandra e o Marcilio, o objectivo primeiro desta viagem, viva a lingua patria, Do Ceu chegue 1 pc na janela, todas essas old, sweet & warm remembrances q ja teem 20 anos. Saravah, amigos!!!


Reencontro no aeroporto


Recepção de luxo



Brindando aos últimos 20 anos (alguns dos circunstantes não ficaram de corpo inteiro na pintura...)

Vista da "nossa casinha" em Wellington, de dia

e (quase) de noite


Aspectos da baixa de Wellington:

(acima, Protoplasm, de Phil Price)



O estádio dos All Blacks


O funiculí de Lambton,

leva à colina onde está o Observatório Astronómico


Episódio wellingtoniano da minha tortura quotidiana, cuja banda sonora era: pi... pi... pi, pi, pi... pi...


A nossa patria eh a lingua portuguesa

Ontem, no aeroporto, foi tamanho chinfrim, q nem lhes conto. (Primo Joao, ate deu direito ah pergunta da passadeira das Halles!... :-)


Ainda bem que Wellington tem tao pc q ver, pq o q a gente quer(ia) mm era ficar o tempo todo batendo papo, engalfinhando-se, cruzando conversas. "Qd as bases sao solidas, dp ëh sp a facturar" (Um abraco especial para a autora da maxima, e por hoje basta de private jokes)

Subida ao monte Kaukau,

com soberbas vistas sobre Wellington e arredores



e onde, para variar, fomos estragadas com mimos


Celebrando o fait accompli


Todos juntos (falta Cédric), almoçando no café Astoria


Um cantinho luso em Wellington (espreitem bem, lá ao fundo! E não reclamem da qualidade ou enquadramento da foto, que foi tirada em andamento, numa cidade que eu não conhecia, ao volante [à direita, pois!] de um carro [não automático :-P] em que eu tinha acabado de pegar!)


Museu Te Papa. Das três colecções maoris que vimos (em Christchurch, Wellington e Auckland), é a de musealização mais recente (inaugurado em 1998)


Eu, embasbacada perante uma canoa maori (waka)

Foi em embarcações (embarcacinhas?!) destas que os maoris atravessaram o Pacífico e chegaram à Nova Zelândia. Primeiro exploratoriamente, no século X, depois no século XIV, para ficar.

(E a Nova Zelândia ainda é o paraíso que se apregoa porque o predador número um do universo só está em exercício de funções desde há seis séculos.
Os maoris, com as suas pesca e caça intensivas, começaram por levar algumas espécies (como a moa, uma espécie de avestruz) à extinção. Depois, no fim do século XVIII chegaram os pakeha e... ui!....)


Cosmogonia maori em traços modernos. Em metal


e em madeira, na tradição da arte maori de entalhar madeira (whakairo)



O último serão foi divertido (qual deles não foi?!)



Uma t-shirt, um heterónimo; duas t-shirts, dois heterónimos; três t-shirts... (next time...)


Here's to the next 20 years!


Até à próxima, meus queridos, que não demore muito!