Dia de aeroportos
O programa da manha, suposta/ dedicado ao shopping, girou 180 graus, para o bird park (despecam-se, n ha prendas pra ninguem! :-P), onde passamos tempos infindos, tentando estulta/ fotografar takahes, keas, kakas, kererus... Despedimo-nos com (muita) pena de Te Anau e dos nossos hosts - Denise e Tony - , uns amores de simpatia, simplicidade e hospitalidade. O mm jovem cenourinha q nos trouxera de Queenstown levou-nos de volta, largando-ns, desta x, no aeroporto. Por um feliz acaso, n nos aplicou 2.a (e infindaaaaavel, brrr... ) dose de Coldplay... ... ... De Queenstown para Wellington nao ha voo directo, tivemos de passar por Christchurch. Entao imaginem - 2 voos de 45 minutos cada, com 2 h de espera em cada aeroporto! Mas o melhor foi q, qd chegamos ao balcao da Air New Zealand, nos disseram q o nosso voo era.. amanha!!! Dp de 1 piqueno baque, corrigiram o erro e tudo ficou bem. Ah nossa espera la estavam a Sandra e o Marcilio, o objectivo primeiro desta viagem, viva a lingua patria, Do Ceu chegue 1 pc na janela, todas essas old, sweet & warm remembrances q ja teem 20 anos. Saravah, amigos!!!
Reencontro no aeroporto
Recepção de luxo

Brindando aos últimos 20 anos (alguns dos circunstantes não ficaram de corpo inteiro na pintura...)
Vista da "nossa casinha" em Wellington, de dia
e (quase) de noite
Aspectos da baixa de Wellington:
(acima, Protoplasm, de Phil Price)


O estádio dos All Blacks
O funiculí de Lambton,
leva à colina onde está o Observatório Astronómico
Episódio wellingtoniano da minha tortura quotidiana, cuja banda sonora era: pi... pi... pi, pi, pi... pi...
A nossa patria eh a lingua portuguesa
Ontem, no aeroporto, foi tamanho chinfrim, q nem lhes conto. (Primo Joao, ate deu direito ah pergunta da passadeira das Halles!... :-)
Ainda bem que Wellington tem tao pc q ver, pq o q a gente quer(ia) mm era ficar o tempo todo batendo papo, engalfinhando-se, cruzando conversas. "Qd as bases sao solidas, dp ëh sp a facturar" (Um abraco especial para a autora da maxima, e por hoje basta de private jokes)
Subida ao monte Kaukau,
com soberbas vistas sobre Wellington e arredores


e onde, para variar, fomos estragadas com mimos
Celebrando o fait accompli
Todos juntos (falta Cédric), almoçando no café Astoria
Um cantinho luso em Wellington (espreitem bem, lá ao fundo! E não reclamem da qualidade ou enquadramento da foto, que foi tirada em andamento, numa cidade que eu não conhecia, ao volante [à direita, pois!] de um carro [não automático :-P] em que eu tinha acabado de pegar!)
Museu Te Papa. Das três colecções maoris que vimos (em Christchurch, Wellington e Auckland), é a de musealização mais recente (inaugurado em 1998)
Eu, embasbacada perante uma canoa maori (waka)
Foi em embarcações (embarcacinhas?!) destas que os maoris atravessaram o Pacífico e chegaram à Nova Zelândia. Primeiro exploratoriamente, no século X, depois no século XIV, para ficar.
(E a Nova Zelândia ainda é o paraíso que se apregoa porque o predador número um do universo só está em exercício de funções desde há seis séculos.
Os maoris, com as suas pesca e caça intensivas, começaram por levar algumas espécies (como a moa, uma espécie de avestruz) à extinção. Depois, no fim do século XVIII chegaram os pakeha e... ui!....)
Cosmogonia maori em traços modernos. Em metal


e em madeira, na tradição da arte maori de entalhar madeira (whakairo)




O último serão foi divertido (qual deles não foi?!)

Uma t-shirt, um heterónimo; duas t-shirts, dois heterónimos; três t-shirts... (next time...)
Here's to the next 20 years!
Até à próxima, meus queridos, que não demore muito!