sexta-feira, 10 de novembro de 2006

N. Zelândia Set. O6 - De costa a costa

Christchurch passou depressa. Chegadas ao fim da tarde, as manas ainda arranjaram forssas para ir jantar ao centro. A peh, pois. Para lah, pq n quisemos esperar pelo autocarro. Para cah, para digerir o lauto jantar, regado a Cabernet neozelandes (encorpado, espesso, hmmm...) Qd desmaiei na cama e fiz as contas ahs horas decorridas sem contacto com semelhante pessa de mobiliario, totalizei 53!... Ontem, exploramos a cidade, q tem fma de ser das + british, se n a +, no exterior do reino de sua Majestade,. Ou n tivesse sido ela obra de colonizadores ingleses. Ao fim do dia, chegaram as malas do seu imprevisto periplo pelas Europas E assim, foi jah ajoujadas com elas que hoje bem cedinho embarcamos no Tranzscenic, o comboio que atravessa a ilha do Sul de costa a costa, atravehs dos alpes neozelandeses. Paisagens lindas e temperatura a condizer.

A catedral


O Arts Centre, que funciona nas instalações iniciais da University of Christchurch (mais remotamente ainda, das Christchurch Girl's and Boy's High Schools), uma fabulosa exposição de artesanato neozelandês


Até das cabines telefónicas não se pode dizer que não tenham tido no seu desenho uma mãozinha British


Arts Gallery, o CCB lá do sítio



O eléctrico 28, perdão, turístico de CHC


O "Dux of Lux", segundo algumas fontes o café dos intelectuais de CHC. Foi o nosso primeiro contacto com a cultura de cafés neozelandesa



O Jardim Botânico


O rio que corre em Christchurch chama-se... Avon...

Imagens do casino de Christchurch


Cathedral Junction, tal como o nome indica


New Regent Street


A nossa casinha em Christchurch


A partida


Auto-retrato


Atravessando os Alpes (I)

Atravessando os Alpes (II)

Atravessando os Alpes (III)

Atravessando os Alpes (IV)

A qualidade é a (im)possível no vagão cénico - uma carruagem aberta (sem vidros), a milhares de metros de altitude, onde, apesar da não muita velocidade, a trepidação e a deslocação do ar eram razoáveis E eu sem gorro nem luvas, que tinham ficado no meu lugar...

N. Zelândia Set. O6 - Primeiros contactos


A primeira imagem que tive da Nova Zelândia, ainda do avião, foi um vulcão. Neste caso, o Rangitoto, mesmo em frente a Auckland


O primeiro encontro com a arte maori de entalhar madeira (whakairo)

N. Zelândia Set. O6 - Prólogo oriental

Kia ora!

Ate AKL ja nos sobrevivemos!

Queria ter mandado 1 telegrama de Hong Kong, mas, dos 8 terminais disponibilizados gratuitamente no aeroporto ao seus passageiros, apenas um funcionava e, natural/, a concorrencia era muita.

Muito (mas, de longe, muuuuuito) pior q as 11 horas de voo, foram as condicoes climatericas q encontramos a chegada - 30 graus de temperatura as 7 da manha, com 80 % de humidade, eh obra!...

Mas as manas, pretensa/ frescas e loussans, dispondo de 14 horas, matricularam-se numa vista guiada pela cidade. Claro que o autocarro tinha ar condicionado, mas, durante as paragens, quando a guia nos fazia descer, era o inferno.

Anyway, Hong Kong ficou despachada e deixarah, na nossa memoria, uma linha maritima de arranha-ceus diluida na humidade, uma humidade q nos deixou em estado comatoso.

Agora, em AKL, e jah sem nn musculo ou osso em bom estado de conservacao, aguardamos o voo para Christchurch. dp direi se chamahmos um taxi ou uma ambulancia para nos levar ao hotel...

Bjs para todos

Ceu

Adenda (O rascunho do q acima fica escrito foi feito ainda no aviao de HK para AKL): tal como eu vaticinara, o check-in directo feito em Amsterdam deu asneira - qd chegahmos a AKL, as malas estavam... em Londres!!! Felizmente vamos ficar 2 noites em Christchurch, onde no/las entregarao, amanha a tarde.

E entt ja a Cathay (gostahmos imenso deles!) nos deu uns carcanhois pra as compras de primeira necessidade.
Por lo tanto, isto ate deu para espevitarmos, o tempo esta optimo, o moral das tropas eh elevado. Xaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaau



Arranha-céus dormitório na Lantau Island, onde está construído o novo aeroporto de Hong-Kong


"Avenue of Stars", na Tsing Island
À excepção de Bruce Lee, ninguém (dos turistas) conhecia ninguém (dos produtores, realizadores, actores, de HK, cujos nomes constavam, em placas gravadas no chão)...


O Central District, o centro financeiro onde estão localizadas grandes multinacionais, na Hong-Kong Island propriamente dita
(Já disse que não gostámos?! Admito que as condições meteorológicas tenham condicionado a nossa apreciação, Hong Kong by clean weather será diferente.
Anyway...)



Interior do Central District



Restos britânicos


São assim, os táxis de Hong Kong


Onde eu confirmei a minha pouca apetência pelos orientes...
O templo de Man (deus da literatura) e Mo (deus da guerra), estranha associação


Espirais de incenso, no interior o templo. Demoram uma semana para arder completamente


Preparando oferendas aos deuses, suponho
Não sei, porque eu, nestas coisas de religião, fico sempre muito constrangida de fazer perguntas, e, até de tirar fotos..


Outro curioso aspecto do interior do templo


O Central Pier, outra reminiscência muito British colonial, actualmente em reconstrução

O blog que esteve para nunca ser

O blogger andava a fazer-me caretas, não aceitando os meus comentários num certo blog.
Já farta da conversa, equacionei, com um dos meus conselheiros informáticos, a hipótese de que fosse preciso registar-me.
E resolvemos tentar, por sinal numa ocasião em que dispúnhamos de pouco tempo, dado que tínhamos que ir esperar uma pessoa ao aeroporto.
Nas primeiras tentativas, não consegui concretizar o registo.
Já desesperada, tentei uma última vez, criando um blog chamado “tenhokirproeroporto”. Resultou.
Nunca pensei que viria a utilizá-lo e muito menos que a bota (o nome) batesse com a perdigota (o conteúdo)