Viajar, uma das três melhores coisas que há na vida! As outras duas? Não digo! Para além de que poderia escandalizar as gentes, um pouco de suspense cria sempre mais interesse...
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quinta-feira, 29 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Veneza, do alto
Foi como a vimos ontem, lindissima, do campanile de S. Giorgio Maggiore, na ilha do mesmo nome. A névoa que pairava nao terah ajudado ahs fotos, mas, ao olho, até reforçou o encanto
Hoje foi novo dia de ilhas.
San Servolo, primeiro, onde, até 1978, foi o hospital psiquiatrico.
Aqui estah tudo muito bem arrumado e organizado. Sobretudo o que representa perigo: os defuntos, numa ilha; os loucos, noutra; os vidros, com as suas forjas eventualmente incendiarias, numa outra. E cosi via...
E alguem sabe de onde vem a palavra lazareto?! Pois da ilha de San Lazzaro, onde, pela 1.a vez, foi criado um hospital para leprosos.
Acabaram-se os leprosos, a ilha estava desempregada, e foi generosa/ oferecida pelo doge, no principio do seculo XVIII, a um padre armenio, que aih fundou uma comunidade que ainda hoje perdura.
Enquanto nao houve uma republica independente da Arménia, era este o ponto de referencia universal para todos os arménios espalhados pelo mundo.
Amnhan, neste nosso roteiro multi-crenças que também jah passou pela comunidade ortodoxa de S. Giorgio dei Greci, iremos ao ghetto de Veneza, o 1° em todo o mundo, triste record.
Pois em Veneza instalaram-nos ao pé de uma forja - getto, que em italiano se le djeto. Mas eles, que vinham na sua maior parte da Alemanha, leram com pronuncia daquele paihs - gueto. E aih estah de onde surgiu a palavra!
Domani, quindi, si finisce...
E entao serah, verdadeira/, ciao, Venezia!!!
Hoje foi novo dia de ilhas.
San Servolo, primeiro, onde, até 1978, foi o hospital psiquiatrico.
Aqui estah tudo muito bem arrumado e organizado. Sobretudo o que representa perigo: os defuntos, numa ilha; os loucos, noutra; os vidros, com as suas forjas eventualmente incendiarias, numa outra. E cosi via...
E alguem sabe de onde vem a palavra lazareto?! Pois da ilha de San Lazzaro, onde, pela 1.a vez, foi criado um hospital para leprosos.
Acabaram-se os leprosos, a ilha estava desempregada, e foi generosa/ oferecida pelo doge, no principio do seculo XVIII, a um padre armenio, que aih fundou uma comunidade que ainda hoje perdura.
Enquanto nao houve uma republica independente da Arménia, era este o ponto de referencia universal para todos os arménios espalhados pelo mundo.
Amnhan, neste nosso roteiro multi-crenças que também jah passou pela comunidade ortodoxa de S. Giorgio dei Greci, iremos ao ghetto de Veneza, o 1° em todo o mundo, triste record.
Pois em Veneza instalaram-nos ao pé de uma forja - getto, que em italiano se le djeto. Mas eles, que vinham na sua maior parte da Alemanha, leram com pronuncia daquele paihs - gueto. E aih estah de onde surgiu a palavra!
Domani, quindi, si finisce...
E entao serah, verdadeira/, ciao, Venezia!!!
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Veneza tem a forma de um peixe
Um peixe perdido, no meio da laguna.
Nao acreditam?! Espreitem aqui

Soh ao preparar esta viagem me apercebi de que a cidade eh uma pequenissima parte do tamanho da laguna.
Hoje foi dia de ilhas. Mazzorbo, primeiro, de onde atravessamos, por uma ponte de madeira, para Burano, a das rendas.
Tudo em renda (aliahs, merletto) - coletes, sombrinhas, marcadores de livro...
Casas coloridas, reflectidas nos canais.
Depois Torcello. Foi um dia a imponente capital da laguna norte, o principio dos principios de Veneza. Hoje tem 14 habitantes.
Restam, da antiga grandeza, a igreja de Santa baça, digo Fosca, e a basilica de Santa Maria Assunta, capaz de rivalizar com S. Marcos ou com os Apolinarios de Ravenna, do chao de pedras incrustradas e dos mosaicos estamos falando, respectivamente
E de regresso ao hotel soubemos que mais um governo italiano tinha caido...
Ciao, Venezia!
Nao acreditam?! Espreitem aqui

Soh ao preparar esta viagem me apercebi de que a cidade eh uma pequenissima parte do tamanho da laguna.
Hoje foi dia de ilhas. Mazzorbo, primeiro, de onde atravessamos, por uma ponte de madeira, para Burano, a das rendas.
Tudo em renda (aliahs, merletto) - coletes, sombrinhas, marcadores de livro...
Casas coloridas, reflectidas nos canais.
Depois Torcello. Foi um dia a imponente capital da laguna norte, o principio dos principios de Veneza. Hoje tem 14 habitantes.
Restam, da antiga grandeza, a igreja de Santa baça, digo Fosca, e a basilica de Santa Maria Assunta, capaz de rivalizar com S. Marcos ou com os Apolinarios de Ravenna, do chao de pedras incrustradas e dos mosaicos estamos falando, respectivamente
E de regresso ao hotel soubemos que mais um governo italiano tinha caido...
Ciao, Venezia!
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Venezia *è* il Carnevale
Ontem nao fizemos + q correr atras das mascaras - um deslumbramento! - e rogar apragas aos parolos que insistem em fazer-se fotografar avec. Entre eles, paleeeeetes de tugas.
Imaginem a que estado eu cheguei ao fim do dia, para nao ter vindo ah internet do hotel, no mesmissimo piso do nosso quarto!...
E, a proposito, do nosso (modesto) hotel, a escolha nao podia ter sido melhor: sossegado, limpo, bem (demasiado!) aquecido.
Hoje fomos ao Palazzo Grassi ver uma exposiçao de Picasso (pintura, mas também ceramica, desenho, escultura), chamada "La joie de vivre". Os anos de ouro de Antibes. Liiindo.
E depois vim a descobrir que o actual dono do Grassi é François Pinault, o milionario frances que queria fazer um museu de arte moderna nas oficinas soissantehuitardes da Citroen em Bologne Billancourt.
Mas o processo foi tao demorado e tortuoso, que se fartou e se mudou para Veneza.
Sorte a da Serenissima, de ter dois mecenas (Pinault e Guggenheim) em disputa.
Agora acabamos de chegar do ultimo desfile de mascaras e estamos repousando um bocadinho, para resistirmos ao fogo de artificio de encerramento, a meia noite
Ciao, Venezia!!!
Imaginem a que estado eu cheguei ao fim do dia, para nao ter vindo ah internet do hotel, no mesmissimo piso do nosso quarto!...
E, a proposito, do nosso (modesto) hotel, a escolha nao podia ter sido melhor: sossegado, limpo, bem (demasiado!) aquecido.
Hoje fomos ao Palazzo Grassi ver uma exposiçao de Picasso (pintura, mas também ceramica, desenho, escultura), chamada "La joie de vivre". Os anos de ouro de Antibes. Liiindo.
E depois vim a descobrir que o actual dono do Grassi é François Pinault, o milionario frances que queria fazer um museu de arte moderna nas oficinas soissantehuitardes da Citroen em Bologne Billancourt.
Mas o processo foi tao demorado e tortuoso, que se fartou e se mudou para Veneza.
Sorte a da Serenissima, de ter dois mecenas (Pinault e Guggenheim) em disputa.
Agora acabamos de chegar do ultimo desfile de mascaras e estamos repousando um bocadinho, para resistirmos ao fogo de artificio de encerramento, a meia noite
Ciao, Venezia!!!
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