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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Chile, Novembro 2011 - nos fiordes patagónicos


O nosso barco, Evangelistas (!), de sua graça



Imagens da partida de Puerto Montt:





Já a navegar

Por do sol a bordo


Nos espaços comuns havia ecrãs que nos indicavam sempre onde nos encontrávamos, no meio daquela miríade de ilhas

Aqui íamos em mar aberto - uma carochinha vermelha sozinha em pleno Pacífico, mais concretamente no golfo de Penas

Canal Chacabuco

Capitão Leónidas, um navio grego que encalhou num baixo do Canal Messier, em 1968. Agora é utilizado como sinalização

Neste dia avistámos baleias. Mas não é que se diga que ficaram muito visíveis na reportagem... :-P

A paisagem era sempre linda, mesmo através dos pingos de chuva


Chegada a Puerto Éden, na ilha Wellington, integrada no Parque Nacional Bernardo O'Higgins.
Em P. Éden vive, em condições de grande isolamento, uma das últimas comunidades kawesqar do Chile.



Em Puerto Éden:




Matar saudades do silver fern, em Puerto Éden


Juan Carlos Tonko, um dos ultimos representantes puros do povo kawesqar, subiu em Puerto Eden e contou-nos brevemente o que tem sido o seu trabalho na promoção desta comunidade.

(Numa foto de péssima qualidade), o mesmo Juan Carlos Tonko, aos 5 anos, num filme de Jacques Cousteau, quando passou por esta zona :)

A bandeira kawesqar


Aproximação e deslumbramento, perante o glaciar Pio XI:








(c) Marylight


Um dos vários arco-íris com que fomos presenteados


Percy, o animador de bordo. Impecável, sem chatear

Tudo a postos para o bingo :)

Aproximação a Puerto Natales

Oh... está a acabar...

 Chegada a Puerto Natales


A malta a debandar

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Chile, Novembro 2011 - Chiloé

Foi nos livros de Sepúlveda que pela primeira vez ouvi falar da ilha de Chiloé, terra de isolamento, de dureza, de valentes e experientes pescadores.
Chiloé, na verdade, é o nome da "ilha grande", num arquipélago constituído por inúmeras ilhas.
Travessia do Canal de Chacao, entre o continente e Chiloé

Quando comecei a preparar a viagem, aprendi que aqui se desenvolveu um tipo de arquitectura religiosa muito particular, o das igrejas de madeira, em 2000 declarado pela Unesco Património da Humanidade. Povo de pescadores, os chilotas construíram o tecto das suas igrejas sob a forma da quilha de um barco, invertida.


Pena foi que o planeamento da viagem tivesse atribuído apenas 2 dias a esta etapa...
(Na próxima encarnação, hei-de comprar um passe social para a América Latina, e deixar-me estar a pastar em cada sítio o tempo que me apetecer!)


A Marylight dizia-me há dias que, na tarde do primeiro dia - que foi quando tentámos ver o maior número de igrejas possível - , se sentiu a fazer √ numa sucessão de localidades. Eu não diria tanto, mas foi realmente alucinante...



Igreja de Achao

Igreja de Curaco de Velez

Igreja de Dalcahue



Igreja de Chonchi

Interior da igreja de Chonchi (atenção ao céu estrelado!)

Igreja de Viluppulli

Catedral de Castro - exterior, interior e claustro:




Em Chiloé, nunca se está muito longe do mar... :









(c) Marylight


 ... de tal modo que - à semelhança do que já me tinha acontecido uma vez, na Noruega - a dada altura a estrada acabava inopinadamente ... no mar, e era preciso atravessar de barco para Dalcahue:



Arquitectura civil tipicamente chilota:







(c) Marylight

Em Castro, primeira capital da ilha, para além da catedral, também ela uma igreja de madeira, o grande atractivo são os palafitos:


 Palafitos Gamboa


Palafitos Puerto Montt


Nós próprias deveríamos ter ficado alojadas  num hostel nos palafitos Gamboa, se não fosse que não nos responderam. De vingança, fomos fazer manguitos lá prá porta!

A estas ruas de Castro, inclinadas, descendo para o mar, pusemos nós o nome de "ruas de S. Francisco" (cidade onde nunca pusemos os pés...)

(c) Marylight


Futuro Museu de Castro

Cisnes de pescoço negro, ao largo de Castro (c) Marylight


Ancud sucedeu a Castro, como capital da ilha. Foi o último reduto espanhol a render-se, aquando das guerras de independência:




Museu de Ancud - animal da mitologia chilota, feito em palha
(Navios-fantasma, seres metade humanos metade animais, bruxos que deitam pragas... - a mitologia chilota é riquíssima!)

Museu de Ancud - reconstituição de esqueleto de baleia

Museu de Ancud - réplica da coleta "Ancud", protagonista de feitos militares da Marinha chilena


 Restos do forte espanhol de Santo António de Ancud



A partir de Ancud - por uma estrada inenarrável - fizemos uma excursão às pinguineras de Puñihuil:

Até à lancha, fomos transportadas por esta espécie de riquexó marítimo. Não gostei, constrangeu-me:

Como não se pode desembarcar nos ilhéus, e o mar não estava exactamente sereno, a colheita de fotos dos bicharocos não foi espectacular:

 Pinguins de Magalhães


O pato quetru (à esquerda), o único da sua espécie que não voa (c) Marylight


Paisagem no regresso das pinguineras