Durante a (escassa) preparação da viagem, logo me apercebi que seria difícil, dada a sua curta duração, incluir nela os
castelos cátaros.
Um local havia de me dizer que, para fazer o circuito dos castelos eram necessários quinze dias. E eu tinha cinco...
Mas havia alguns
must - Peyrepertuse, Montségur... A estes ainda consegui ir. Quéribus já só o avistei de longe e com muito zoom. E Puylaurens fica para a próxima!
Mas havia também os pobrezinhos, ainda mais arruinados que os outros, sem direito sequer a identificação:
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↑ Saissac, calhou em caminho ↓
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| A aldeiazinha de Saissac |
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↑ Quéribus, lá (muito) ao longe ↓
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Montségur, pelas razões apontadas, é o mais famoso. Mas, conotações dos lugares à parte, eu acho que gostei mais do Peyrepertuse, foi ele que me ficou mais na memória.
Aproximação ao castelo de Peyrepertuse. Na primeira foto vê-se a aldeia que lhe herdou o nome, Duilhac-sous-Peyrepertuse:
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| Interior das muralhas |
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| Exterior do torreão |
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| Interior do torreão |
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| Restos da capela de Santa Maria |
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| Escalier St Jordi - era subir até ao fim! |
Fui a última a chegar e a última a partir!
Aproximação a Montségur. A excitação dos primeiros avistamentos:
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| A aldeia queixa-se da pouca atenção que lhe dão os viajantes. Mas eu fiz questão de a visitar. Foi aí que a Agnès me ofereceu o café, porque tinha tido "muito gosto em falar comigo sobre fado" |
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| Vista do ponto de partida, a ascensão já se anunciava temível... |
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| Quase no início, a estela em que é prestada homenagem à resistência dos cátaros em Montségur |
Aspectos da subida:
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| Ainda faltará muito?! |
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| Finalmente!!! |
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| Ruínas da igreja |
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| Da escada de caracol só restam as paredes |
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| Pátio interior |
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| A vista chegava aos Pirenéus |
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| A descida não foi mais fácil... Au revoir, Montségur, au revoir les cathares! |