COMORES
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| A nossa primeira refeição nas Comores foi nas Brochettes de Clarisse |
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| ↑ O lixo e, com frequência, carcaças de automóveis, é infelizmente uma das características da ilha de Grande Comore ↓ |
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| Cravinho a secar, em Mohéli |
ZANZIBAR
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| ↑ Dala-dala, o transporte interurbano, no arquipélago de Zanzibar ↓ |
MADAGASCAR
Por estas paragens, com frequência, as mulheres usam a
cara integralmente pintada, seja com fins estéticos, seja para protecção
da pele. Vimo-lo sobretudo nas Comores e em Madagáscar.
No primeiro caso, usam pó feito a partir de madeira de sândalo. Em Madagáscar, não cheguei a saber.
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| Em Moroni, Grand Comore |
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| Em Morondava, Madagáscar |
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| Em Bekopaka, Madagáscar |
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| Em Andronovory, Madagáscar |
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Zebu a tomar banho (forçado), no rio Tsiribihina
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| ↑ Travessia do rio Tsiribihina - a jangada era espaçosa, mas, no fim do embarque, a área deixada aos passageiros convidava a um mergulho no rio... ↓ O_o |
Pousse pousse - este é o mais frequente meio de transporte urbano. Apanha-se como quem apanha um táxi:
Na verdade, a designação não é precisa, já que, a pé ou a pedais, o que os condutores fazem é puxar e não empurrar.
O modelo que verdadeiramente corresponde à designação é o que está vocacionado para carga:
Taxi brousse, o transporte interurbano, em Madagáscar:
Mas também ainda se recorre a métodos mais primitivos...
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| ... ou mais expeditos: |
A chegada dos taxi brousse a cada povoação provoca grande
agitação - cada qual tenta vender as suas habilidades culinárias ou
colheitas do quintal, para sobreviver:
O compra aqui e vende ali é mesmo o principal meio de subsistência para grande parte da população.
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| Nas cidades, as fachadas das casas não se vêem, porque os passeios, se
os há, estão ocupados por mil e uma tendas, que vendem tudo e mais
alguma coisa. |
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| Esta foi a única ocasião em que vi uma rua com lojas "normais" |
Carvão - tal como tweetei na altura, é o combustível usado
pela generalidade da população, que não tem orçamento para os elevados preços do gás ou
da electricidade. Vê-se à venda ou a ser transportado, em toda a parte.
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Consequência - dramática desflorestação da ilha... |
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| ↑ Túmulos sakalava, à beira da estrada. Os sakalava são uma
das 18 etnias que coexistem em Madagáscar. Os túmulos são
pintados, retratando a vida do defunto. ↓ |
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Política feita à bomba. Certa ocasião, os malgaches, tão
descontentes estavam com o presidente em exercício, que foi convocada uma mega
concentração de protesto, na capital. O visado não esteve com meias
medidas e, para travar as pessoas que vinham do sul, não hesitou em
mandar explodir uma ponte!
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| Lamba landy, uma mercadoria muito apreciada em Madagáscar, à
venda junto da gare ferroviária de Fianarantsoa. Trata-se de um tecido utilizado para envolver os mortos. O
ritual do famadihana -
que consiste, muito resumidamente, em desenterrar o defunto, passeá-lo
festivamente entre família e amigos, e voltar a enterrá-lo, envolto num
novo tecido - é ainda praticado nalgumas regiões do país. |
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| ↑ Comparando as habitações dos patrões e as dos trabalhadores das minas, é fácil ver quem se sai melhor... ↓ |
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| Escolhendo desperdício, a ver se se encontra qualquer coisinha... |
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| Garimpando, junto à cidade |
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| Barragem da polícia, na estrada |
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| ↑ Fábrica de rum ↓ |
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| Calma, não estamos no Alentejo nem isto é um hotel! Hotely, em malgache, corresponde mais ou menos a tasquinha |
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| Família carregando água, em Tuléar, a terceira maior cidade do país |
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Nos restaurantes de Madagáscar, os menus vinham à mesa, em monumentais ardósias, que os pobres empregados tinham que transportar
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REUNIÃO
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| Na Reunião há uma maratona anual que atravessa a ilha, chamada Grand Raid, ou - com mais propriedade, diria eu - Diagonale des Fous.
Caiu-nos em cima em Cilaos, quando à noite regressávamos a casa. E ali
estivemos nós, no escuro, à espera que todos aqueles pirilampos descessem
do Piton des Neiges... |
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| S. Expedito (um santo que nem se sabe se efectivamente
existiu) tem muitíssimos devotos na Reunião. São frequentes pequenas
capelas(?) em sua honra, à beira da estrada. |
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| Especificidades da toponímia reunionense |
MAURÍCIA
Fazendo sumo de cana de açúcar. Hmmm...
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| Kite surf em Morne Brabant |
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| Take
away muçulmano, no nosso bairro em Port Louis, que várias vezes nos
acudiu, bless them. Mas, como a perfeição não existe, não vendiam
bebidas alcoólicas... |