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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Madrid, Dezembro 2013 - as idades de Madrid: Madrid de sempre









↑ Mercado de San Miguel ↓


Baiúca tuga, no Mercado de San Miguel





Calle Cordón

Paseo de la Castellana

Calle Ruiz


Plaza San Andrés

↑ Plaza de la Paja ↓


Meninas à janela



↑ Plaza Santa Ana ↓




Plaza Dos de Mayo

Puertas del Sol

O campo visto da cidade (Ronda de Valência)

Calle Bailén

Madrid, Dezembro 2013 - as idades de Madrid: Madrid contemporânea

Puertas de Europa

** ANDEN CERO **

Mais conhecida como a estação fantasma do metro de Madrid. Rebobinando, Chamberí foi uma das estações que integrou a primeira linha de metro de Madrid, inaugurada faz agora 91 anos. Acabou, porém, por ser desactivada em meados da década de 60, quando se procedeu ao alargamento da linha e se decidiu sacrificá-la, porque ficava em curva e demasiado próxima de outras duas. Agora foi recuperada. A estação foi restaurada tal qual era, incluindo guichets, cancelas, letreiros e vestiários do pessoal. Ora, passada a nova entrada envidraçada, não se encontra mais pessoal do metro, mas em contrapartida lá em baixo os comboios continuam a passar a toda a velocidade (o cais é protegido por um muro de vidro), o que de facto cria a sensação de explorar um lugar estranho e fantasmagórico. Para além dessa experiência de máquina do tempo, os trabalhos de limpeza permitiram descobrir paredes de azulejos pintadas com anúncios, que datam dos tempos da inauguração. Dizeres e imagens estão em sintonia com o cânone Arte Nova e denotam um certo ar francês.   "Público", Novembro de 2010






** CASA ENCENDIDA **

[...]São construções em ladrilho e granito, ao estilo neomudejar em voga na Espanha das primeiras décadas do século XX. É o mesmo estilo que se reconhece no antigo prédio de escritórios da Caja Madrid, [...]. Reabriu fez em Dezembro cinco anos, passando a responder pelo sugestivo nome de La Casa Encendida (incendiada), destacando-se como a primeira extensão do eixo cultural da cidade, cerca de meio quilómetro a sul do Rainha Sofia. Fachadas e pátio foram devolvidos ao seu brilho original, ao passo que os espaços interiores se adaptaram à dinâmica dum centro multiusos, que expõe arte de vanguarda e promove espectáculos alternativos, ao mesmo tempo que organiza jornadas sobre as questões ambientais e debates sobre os grandes dilemas do nosso tempo, integrando ainda uma loja de comércio equitativo. [...] Uma espécie de corolário "indie" do triângulo de grandes museus do Paseo Do Prado, ele próprio sujeito a intervenções de fundo ao longo da última década. "Público", Maio de 2008




** Paseo de la Castellana, MUSEO DE ESCULTURA AL AIRE LIBRE **

Toros ibéricos, Alberto Sánchez

Mère Ubu, Joan Miró

Un món per a Infants, Andreu Alfaro

Banco, Sempere

** MATADERO **
[...] O antigo matadouro de Arganzuela nasceu em 1909 para abate de gado, armazenamento e venda de carne e mais produtos alimentares, ocupando num vasto perímetro amuralhado (165.415 m2) no sul da cidade, bordejando o rio Manzanares. O matadouro foi transferido para outro lado em 1998, mas a edilidade decidiu manter e reabilitar o conjunto de pavilhões desenhado pelo arquitecto Luis Bellido, lançando um programa de reconversão do enclave orçado em 100 milhões de euros, na maior parte destinado a criar um grande laboratório de criação actual.[...] O propósito é fazer do Matadero um dos grandes centros culturais multidisciplinares da Madrid do século XXI e, do mesmo golpe, potenciar o prolongamento do eixo cultural Recoletos-Prado, contribuindo assim para criar uma nova centralidade urbana em torno do rio Manzanares.   "Público", Maio de 2008












↑ Red Bull Studio ↓



** MADRID RIO **
É um dos projectos mais ambiciosos da Madrid do novo milénio. Um megaprojecto que começou por soterrar a circular M30, desviando da superfície para túneis o fluxo diário de 230 mil automóveis. A segunda fase levou à requalificação do espaço libertado, que atinge cerca de seis quilómetros de extensão ao longo do rio Manzanares. Pois é verdade que em Madrid passa um rio, pequeno mas ainda assim um rio, raramente visto pelos turistas, tanto ou ainda menos usufruído pelos madrilenos, para os quais tem funcionado como uma espécie de fronteira entre o centro e a periferia.
O projecto Madrid Rio pretende justamente devolver o rio à cidade e convertê-lo num novo vínculo entre quem vive nas suas margens. A operação passou pela criação de zonas verdes e de lazer ao longo do curso fluvial, mas também pela reabilitação das pontes já existentes e lançamento de mais uma dezena, no total de 33. Existem diversas passagens paralelas, pedonais[...].
As pontes gémeas têm a assinatura de Daniel Canogar, jovem artista madrileno, e são formadas por tabuleiros de betão cobertos por cúpulas forradas de mosaicos por dentro. Têm a particularidade de ser ilustradas com imagens de habitantes daqueles mesmos bairros. Canogar começou por convocar meia centena de anónimos, habitantes das vizinhanças, que fotografou num dos pavilhões do Matadero, içando-os por meio de gruas, de forma a retratá-los em contrapicado, como se flutuassem no ar.
Depois passou as fotografias para o computador e converteu cada pixel em tesselas de vidro reciclado, num total de 6,6 milhões, que vieram a ser colocadas manualmente.    "Público", Novembro de 2010
Puente de Matadero




Puente del Invernadero








↑ Bosque del Recuerdo (Parque do Retiro), homenagem às vítimas do 11 M  ↓



Los Abogados de Atocha

"Si el eco de su voz se debilita, pereceremos (Paul Éluard)

El 24 de enero de 1977, en un despacho de Abogados Laboralistas que estaba situado en el número 55 de esta misma calle Atocha, fueran asesinados cuatro abogados y un sindicalista, dejando malheridos a cuatro abogados más. Todos ellos miembros del PCE y de CCOO.
Esta escultura reproduce el cuadro de Juan Genovés conocido como "El Abrazo", símbolo de la restauración de la libertad.
Fue inaugurado por el Ayuntamiento de Madrid el 10 de junio de 2003, como homenaje a quienes murieron en ese despacho laboralista. Es el homenaje a cuantos murieron por la libertad en España."