Foi um excelente pretexto para eu tratar duns atrasados andaluzes que tinha pendentes, já há algum tempo.
Comecei por Antequera, que, há anos, no regresso do Caminito del Rey, me tinha piscado o olho lá de longe, revereberando os seu muros brancos ao sol de ainda quase verão.
| Antequera, vista do Mirador de las Almenillas |
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| Iglesia Colegial de San Sebastian (sec. XVI). No alto do campanário, el Angelote, catavento que é um símbolo da cidade |
↑ Colegiada de Santa Maria (sec. XVI) ↓
| La Tarasca |
| O "efebo de Antequera"
é a peça mais importante do Museu. Mas a mim também me caíram no goto, e
de que maneira, estas máscaras Romanas (atenção à da esquerda, onde se
vê, "escondida", a cara do actor): Uma visita a Antequera não fica completa se não se aprender a lenda da "Peña de los Enamorados" Mais antigos que tudo isto (qualquer coisa entre há 6000 e 4000 anos atrás) são os dólmenes de Antequera, classificados pela Unesco em 2016 como Património da Humanidade Dólmen de Menga Tholos de El Romeral, que, talvez por sugestão do que lera, me fez viajar a Micenas e ao tesouro de Atreu, há quase quarenta anos atrás
Outro
tesouro, não de Atreu, mas de Antequera (arredores) é o Torcal, mais
um que tinha ficado debaixo de olho desde o regresso do Caminito del
Rey, em 2017.
Ao
contrário do inicialmente planeado, fui fazê-lo com um tour guiado, o
que foi uma óptima decisão, já que, por praga não sei de quem, lá em
cima (1100 / 1200 m) estava nevoeiro - é la montera, fenómeno característico dos últimos meses de Outono / Inverno.
O Torcal é um maciço cársico cuja formação remonta a 200 milhões de anos, a partir do Mar de Tétis (actual Andaluzia Sul).
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